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Zonas Sul e Leste concentram os imóveis mais líquidos de São Paulo, mostra levantamento do QuintoAndar

Velocidade de aluguel de imóveis de 1 quarto, estúdios, kitnets foi a que mais aumentou nos últimos seis meses, mas permanece abaixo da média da capital

30 de julho de 2021

Levantamento do QuintoAndar, maior plataforma digital de moradia da América Latina, mostra que as Zonas Sul e Leste concentram os bairros em que imóveis residenciais são alugados com mais rapidez na cidade. Vl. Andrade, Tatuapé, Saúde, Panamby e Moóca têm a maior liquidez entre os bairros da capital.

Em São Paulo, as negociações estão cerca de 10% mais rápidas no primeiro semestre de 2021 em comparação com o segundo semestre do ano passado. Isso significa que nos últimos seis meses, o processo de aluguel ficou até três dias mais rápido do que era no final de 2020.

A melhora da liquidez, porém, ainda não é suficiente para retomar os patamares de antes de a pandemia de Covid-19 se instalar no Brasil. Em média, nos seis primeiros meses de 2019, as negociações foram 18% mais rápidas do que no primeiro semestre deste ano. A recuperação está em linha com o ritmo de reaquecimento da economia, identificado por indicadores oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos últimos seis meses, os imóveis de dois quartos passaram a ser aqueles com maior liquidez em São Paulo. Ou seja, são alugados mais rapidamente, em média. Na comparação com o mercado em geral, são dois dias a menos. 

Já espaços com até um quarto têm apresentado fluxo mais longo de locação em São Paulo, em linha com o que é visto em outras capitais. Isso vai ao encontro da tendência das buscas de usuários na plataforma, que indica maior procura por unidades maiores e diminuição na demanda por imóveis menores.

“Desde o início da pandemia, observamos crescimento nas buscas por imóveis mais afastados do centro, conta José Osse, Head de Comunicação do QuintoAndar. “Essa é mais uma evidência desse comportamento, causado em parte pela necessidade das pessoas de economizarem e pelo interesse em imóveis maiores, dados os efeitos da pandemia e do home office adotado por várias emrpresas.