Coleta seletiva em condomínios: tudo que o morador precisa saber

Confira dicas sobre como funciona a gestão do lixo em condomínios, a importância da colaboração de todos e da comunicação eficaz para o sucesso da coleta seletiva

Por Redação - 20/10/2021 às 12:46
Atualizado: 25/04/2026 às 20:17
coleta seletiva em condomínios
  • A coleta seletiva em condomínios depende da separação prévia de resíduos recicláveis e não recicláveis pelos moradores, exigindo limpeza das embalagens antes do descarte para evitar contaminação.
  • O engajamento dos moradores através de comunicação clara, cartazes informativos e formação de comissões é o fator determinante para o sucesso da iniciativa de reciclagem condominial.
  • O armazenamento adequado dos recicláveis requer espaço ventilado e acessível, com coleta realizada por ONGs ou cooperativas de uma a duas vezes por semana, conforme capacidade do local.
Resumo supervisionado por jornalista.

Por SíndicoNet*

A coletiva seletiva em condomínios é a gestão do lixo após a separação prévia pelos apartamentos (ou casas), de acordo com o tipo de resíduo. O lixo coletado pode ser reciclável (papel, metal, papelão, plástico, caixa de leite, entre outros) ou não reciclável como, por exemplo: papel higiênico, restos de comida, cascas de fruta, entre outros rejeitos. 
Mas, é importante ressaltar que a colaboração dos moradores e inquilinos é o principal fator para que o condomínio tenha uma coleta seletiva adequada.

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Listamos aqui algumas dicas importantes para o sucesso dessa iniciativa:

Como separar o lixo corretamente?

  • Após consumir o produto, passe uma água na embalagem para retirar  resíduos – melhor se a água já for usada, como aquela que sai da máquina de lavar, visando a economia.
  • Certifique-se que o material está limpo. Depois de sair da sua unidade, a embalagem ficará estocada com várias outras por certo período, até que a ONG ou cooperativa venha retirá-la.
  • Não misture materiais a serem reciclados com lixo orgânico – como restos de comida, papel higiênico e cascas de fruta.
  • Deixe claro qual saco contém que tipo de lixo para que não haja mistura entre os materiais na hora do seu recolhimento.
  • Se o seu condomínio já tem as lixeiras específicas para coleta seletiva, deposite os recicláveis nas lixeiras correspondentes.

E o que não é reciclável?

Além do lixo orgânico e o lixo seco, existem materiais que não se encaixam em nenhuma dessas categorias. Por conta disso, o ideal é separar esses tipos de objetos para realizar o descarte adequado – como é o caso de baterias e pilhas, por exemplo, onde existem pontos de coleta em alguns supermercados.

Confira a seguir a lista de materiais que não são recicláveis:

  • Cerâmicas;
  • Vidros pirex e similares;
  • Acrílico;
  • Lâmpadas fluorescentes;
  • Papéis plastificados, metalizados ou parafinados (embalagens de biscoito, por exemplo);
  • Papéis carbono, sanitários, molhados ou sujos de gordura;
  • Fotografias;
  • Espelhos;
  • Pilhas (deposite em coletores específicos, como ecopontos); 
  • Baterias de celular (estes devem ser devolvidos ao fabricante);
  • Fitas e etiquetas adesivas. 

Engajamento dos moradores

A comunicação é fundamental para o sucesso da coleta seletiva do lixo em um condomínio. O ideal é que os moradores interessados formem uma comissão.

Assim, é importante que os moradores estejam atentos aos diversos canais de diálogo com os diferentes públicos do condomínio – como  funcionários, moradores ou seus empregados. Seja conversando pessoalmente com o síndico, por banners ou cartazes, é importante se manter motivado e envolvido no processo.  

As crianças também devem ser envolvidas. Como muitas escolas trabalham a questão da reciclagem, os pequenos podem expor seu conhecimento sobre o tema, ajudando em casa na hora de separar o lixo.

Cartazes de incentivo à coleta seletiva em condomínios

Entre algumas dicas para os síndicos na comunicação com os moradores sobre coleta seletiva, estão:

  • Conscientização e motivação dos moradores sobre coleta seletiva
  • Orientações sobre como realizar a coleta seletiva
  • Lista de materiais recicláveis e não recicláveis

Veja abaixo alguns sites para ajudar o seu condomínio a reciclar:

Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado?

Por fim, quem irá retirar a coleta seletiva do condomínio? Seja uma ONG, cooperativa ou empresa, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.

Há também empresas que prestam consultoria para o condomínio implantar um programa de reciclagem. Os custos vêm acompanhados de um farto material de divulgação.

Durante a tomada dessas decisões, é importante que se leve em conta:

  • O espaço que irá receber os reciclados deve ser ventilado, já que os materiais podem ser inflamáveis.
  • O local deve conseguir abrigar certo volume de lixo, já que cooperativas, empresas ou ONGs, em geral, fazem a coleta apenas de 1 a 2 vezes por semana.
  • Esse ponto também deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material.

O material pode ser acondicionado em bags ou contêineres. Nesse caso, é importante que o condomínio veja se na sua cidade a prefeitura oferece algum incentivo para quem deseja implementar a coleta seletiva.


(*) O SíndicoNet (https://www.sindiconet.com.br/) é a principal plataforma de conteúdo, tecnologia e serviços referência para síndicos, condomínios e administradoras condominiais do país. A companhia oferece também cursos de capacitação de síndicos e o portal ‘CoteiBem’, marketplace para cotação de serviços de todos os tipos para condomínios com mais de 5.000 fornecedores em mais de 200 cidades do país,cadastrados e avaliados por síndicos e administradoras de condomínios. Fundado em 1996, o SíndicoNet foi adquirido pelo QuintoAndar em 2020, mas mantém sua operação independente e focada em fortalecer o ecossistema condominial do país.  

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Dúvidas mais comuns

A coleta seletiva em condomínios começa com a separação prévia do lixo pelos moradores de acordo com o tipo de resíduo. Primeiro, limpe as embalagens com água (preferencialmente reutilizada) para remover resíduos. Depois, separe os materiais recicláveis (papel, metal, papelão, plástico) dos não recicláveis (papel higiênico, restos de comida, cascas de fruta). Se o condomínio possui lixeiras específicas, deposite os recicláveis nas correspondentes. A colaboração dos moradores é o principal fator para o sucesso dessa iniciativa.

A coleta seletiva em condomínios é a gestão do lixo após a separação prévia pelos apartamentos ou casas de acordo com o tipo de resíduo. O lixo coletado pode ser reciclável (papel, metal, papelão, plástico, caixa de leite) ou não reciclável (papel higiênico, restos de comida, cascas de fruta). Essa prática reduz o volume de resíduos enviados para aterros sanitários e permite que materiais sejam reutilizados ou reciclados.

Existem materiais que não se encaixam nas categorias de lixo orgânico ou seco e requerem descarte adequado. Entre eles estão: cerâmicas, vidros pirex, acrílico, lâmpadas fluorescentes, papéis plastificados ou metalizados, papéis carbono ou sanitários, fotografias, espelhos, pilhas, baterias de celular, e fitas adesivas. Pilhas e baterias devem ser depositadas em coletores específicos ou ecopontos, enquanto baterias de celular devem ser devolvidas ao fabricante.

A coleta de lixo em condomínio funciona através da separação inicial pelos moradores, seguida do armazenamento em local ventilado e de fácil acesso. O material é acondicionado em bags ou contêineres até ser recolhido por ONGs, cooperativas ou empresas especializadas, que geralmente fazem a coleta de 1 a 2 vezes por semana. Os funcionários do condomínio não são responsáveis por separar o lixo dos moradores, apenas o resíduo que eles mesmos geram.

Sim, condomínios com 50 ou mais unidades são obrigados a realizar a coleta seletiva conforme estabelecido pela Lei Estadual 12.528/2007, artigo 4º, inciso III. Essa medida visa garantir que os resíduos recicláveis gerados pelos moradores sejam separados corretamente e destinados a empresas de reciclagem. Além disso, é importante verificar se a prefeitura da sua cidade oferece incentivos para quem deseja implementar a coleta seletiva.

A comunicação é fundamental para o sucesso da coleta seletiva. O ideal é que moradores interessados formem uma comissão e utilizem diversos canais de diálogo, como conversas pessoais com o síndico, banners e cartazes. É importante manter os moradores motivados através de conscientização sobre os benefícios, orientações práticas sobre como realizar a coleta e listas de materiais recicláveis e não recicláveis. As crianças também devem ser envolvidas, pois muitas escolas trabalham reciclagem e podem ajudar em casa.

O lixo reciclável deve ser armazenado em um local ventilado, já que os materiais podem ser inflamáveis. O espaço deve ter capacidade para abrigar um volume considerável de lixo, pois cooperativas e empresas geralmente fazem coleta apenas 1 a 2 vezes por semana. O local deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material. O material pode ser acondicionado em bags ou contêineres específicos para coleta seletiva.

A responsabilidade de retirar a coleta seletiva pode ser de ONGs, cooperativas ou empresas especializadas em reciclagem. O importante é que haja compromisso na coleta regular dos recicláveis. Existem também empresas que prestam consultoria para o condomínio implantar um programa de reciclagem, oferecendo material de divulgação e orientação. Ao escolher o parceiro, é fundamental verificar a frequência de coleta e se a prefeitura oferece incentivos para implementação da coleta seletiva.


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