O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no dia 10 de fevereiro, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de janeiro de 2026, que apresentou alta de 0,33%, mesma variação aferida no mês de dezembro de 2025. Com o resultado, o IPCA acumulado dos últimos 12 meses, que é o índice oficial de inflação do país, subiu para 4,44%, acima do acumulado registrado no mês passado (4,26%).
Em janeiro de 2026, o índice de inflação variou 0,16%.
Por aqui você fica sabendo de tudo sobre o IPCA, que é considerado a inflação oficial do país, e como o índice é aplicado no reajuste do seu aluguel.
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Navegue pelo conteúdo:
- Como calcular o reajuste do aluguel pelo IPCA?
- Qual o valor do IPCA em janeiro de 2026?
- Qual o IPCA dos últimos 12 meses? Acumulado em 2026
- Calculadora de Aluguel: saiba o que cabe no seu bolso!
- Calendário do IPCA 2025
- O que é o IPCA?
- Como é calculado o IPCA?
- O uso do índice no QuintoAndar
- Vantagens do IPCA no reajuste de aluguel?
- Tabela IGP-M/IPCA – Variações nos últimos 12 meses
- E-book: estudo sobre alta do IGP-M
- Consórcio QuintoAndar: um caminho inteligente pra conquistar seu novo lar pagando menos
Como calcular o reajuste do aluguel pelo IPCA?
Assim como acontece com o IGP-M, o reajuste de aluguel pelo IPCA é feito com base no acumulado de 12 meses. Porém, com uma diferença: como o IPCA de um mês é divulgado apenas na segunda semana do mês seguinte, para fins de reajuste, adota-se o índice de dois meses antes.
Veja como ficou a aplicação dos índices no reajuste do seu aluguel nos meses de 2025 e nos primeiros meses de 2026:
- Março de 2026: 4,44% (Acumulado de 12 meses de janeiro de 2026)
- Fevereiro de 2026: 4,26% (Acumulado de 12 meses de dezembro de 2025)
- Janeiro de 2026: 4,46% (Acumulado de 12 meses de novembro de 2025)
- Dezembro de 2025: 4,68% (Acumulado de 12 meses de outubro de 2025)
- Novembro de 2025: 5,17% (Acumulado de 12 meses de setembro de 2025)
- Outubro de 2025: 5,13% (Acumulado de 12 meses de agosto de 2025)
- Setembro de 2025: 5,23% (Acumulado de 12 meses de julho de 2025)
- Agosto de 2025: 5,35% (Acumulado de 12 meses de junho de 2025)
- Julho de 2025: 5,32% (Acumulado de 12 meses de maio de 2025)
- Junho de 2025: 5,53% (Acumulado de 12 meses de abril de 2025)
- Maio de 2025: 5,48% (Acumulado de 12 meses de março de 2025)
- Abril de 2025: 5,06% (Acumulado de 12 meses de fevereiro de 2025)
- Março de 2025: 4,56% (Acumulado de 12 meses de janeiro de 2025)
- Fevereiro de 2025: 4,83% (Acumulado de 12 meses de dezembro de 2024)
- Janeiro de 2025: 4,87% (Acumulado de 12 meses de novembro de 2024)
Por exemplo, um aluguel de R$ 1.500 que faz aniversário em fevereiro de 2025 é reajustado pelo acumulado de 12 meses do IPCA de dezembro de 2025 (4,68%) e teria a seguinte conta: R$ 1.500 x 1,0468. Com isso, o novo valor da locação do imóvel ficaria em R$ 1.570,20.
Já o índice de 4,44% do acumulado de 12 meses registrado em janeiro de 2026 servirá para reajustar os contratos que fazem aniversário em março próximo. Neste caso, a conta seria: R$ 1.500 x 1,0444, com o novo valor sendo reajustado para R$ 1.566,60.
Qual o valor do IPCA em janeiro de 2026?
O índice geral do IPCA de acordo com a aferição de janeiro de 2026 apresentou um avanço, ficando em 0,33%, percentual que leva em consideração o impacto de diferentes segmentos de produtos e serviços.
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados mensalmente, sete apresentaram avanço em janeiro de 2026. De acordo com a divulgação do IBGE, a variação mais significativa ficou com o grupo Comunicação, com 0,82%, sendo que o maior impacto para o índice geral foi do grupo Transportes, com 0,12 ponto percentual (p.p.), após um avanço de 0,60%. Vestuário, com -0,25% de variação e -0,01 p.p. de impacto no índice geral, foi o grupo com maior variação negativa.
“Na estrutura do IPCA a gasolina apresenta peso de 5,07% e a energia elétrica residencial de 4,16%, ou seja, são os subitens com as maiores participações nas despesas das famílias, na ótica do indicador. Dessa forma, variações nesses dois componentes da cesta de produtos apresentam impacto no cálculo final do índice. Na energia elétrica a queda veio, principalmente, por conta da mudança na bandeira tarifária de amarela (em dezembro) para verde (em janeiro). Na gasolina houve reajuste no ICMS a partir de 1º de janeiro, impactando o preço final para o consumidor”, avalia Fernando Gonçalves, gerente do IPCA.
Veja a variação de cada grupo no IPCA em janeiro de 2026:
| Grupo | Variação | Impacto |
| Comunicação | 0,82% | 0,04 p.p. |
| Saúde e cuidados pessoais | 0,70% | 0,10 p.p. |
| Transportes | 0,60% | 0,12 p.p. |
| Despesas pessoais | 0,41% | 0,04 p.p. |
| Alimentação e bebidas | 0,23% | 0,05 p.p. |
| Artigos de residência | 0,20% | 0,01 p.p. |
| Educação | 0,02% | 0,00 p.p. |
| Habitação | -0,11% | -0,02 p.p. |
| Vestuário | -0,25% | -0,01 p.p. |
Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de dezembro de 2025 a 29 de janeiro de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de novembro a 29 de dezembro de 2025 (base).
Qual o IPCA dos últimos 12 meses? Acumulado em 2026
IPCA: Resultados 2024 e 2023 em cada mês
No mês de dezembro de 2024, o IPCA teve alta de 0,52%, após subir 0,39% em novembro, uma variação de 0,13 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou alta de 4,83% no ano de 2023 e em 12 meses. Em dezembro de 2023, o índice variou em 0,56%, acumulando 4,62% em 12 meses.
Em novembro de 2024, o IPCA variou 0,39%, um recuo de 0,17 ponto percentual em relação ao que foi registrado em outubro (0,56%). Com o resultado, o índice acumulou 4,29% no ano e 4,87% em 12 meses. Em novembro de 2023, a variação havia sido de 0,28%, com acúmulo de 4,68% em 12 meses.
No mês de outubro de 2024, o IPCA teve alta de 0,56%, um avanço de 0,12 ponto percentual em relação à taxa de setembro, que foi de 0,44%. Com o resultado, o índice acumulou 3,88% no ano de 2024 e 4,76% em 12 meses. Em outubro de 2023, o índice teve alta de 0,24% e acúmulo de 4,82% em 12 meses.B
Em setembro de 2024, o IPCA variou 0,44%, um avanço de 0,46 ponto percentual em relação ao que foi registrado em agosto (-0,02%). Com o resultado, o índice acumulou 3,31% no ano e 4,42% em 12 meses. Em setembro de 2023, a variação havia sido de 0,26%, com acúmulo de 5,19% em 12 meses.
No mês de agosto de 2024, o IPCA teve queda de -0,02%, um recuo de 0,40 ponto percentual em relação à taxa de julho, que foi de 0,38%. Com o resultado, o índice acumulou 2,85% no ano de 2024 e 4,24% em 12 meses. Em agosto de 2023, o índice teve variação de 0,23% e acúmulo de 4,61% em 12 meses.ra
Em julho de 2024, o IPCA variou 0,38%, uma aceleração de 0,17 ponto percentual em relação ao que foi registrado em junho (0,21%). Com o resultado, o índice acumulou 2,87% no ano de 2024 e 4,50% em 12 meses. Em agosto de 2023, o índice havia variado 0,23% e acumulava 4,61% em 12 meses.
No mês de junho de 2024, o IPCA teve alta de 0,21%, um recuo de 0,25 ponto percentual em relação à taxa de maio, que foi de 0,46%. Com o resultado, o índice acumulou 2,48% no ano de 2024 e 4,23% em 12 meses. Em junho de 2023, o índice teve deflação de -0.08% e acúmulo de 3,16% em 12 meses.
Em maio de 2024, o IPCA variou 0,46%, uma aceleração de 0,08 ponto percentual em relação ao que foi registrado em abril (0,38%). Com o resultado, o índice acumulou 2,27% no ano de 2024 e 3,93% em 12 meses. Em maio de 2023, o índice havia variado 0,23% e acumulava 3,94% em 12 meses.
No mês de abril de 2024, o IPCA teve alta de 0,38%, após subir 0,16% em março, uma variação de 0,22 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou 1,80% no ano de 2024 e 3,69% em 12 meses. Em abril de 2023, o índice variou em 0,61%, acumulando 4,18% em 12 meses.
Em março de 2024, o IPCA variou 0,16%, uma redução de 0,67 ponto percentual em relação ao que foi registrado em fevereiro (0,83%). Com o resultado, o índice acumulou 1,42% no ano de 2024 e 3,93% em 12 meses. Em março de 2023, o índice havia variado 0,71% e acumulava 4,65% em 12 meses.
No mês de fervereiro de 2024, o IPCA teve alta de 0,83%, após subir 0,42% em janeiro, uma variação de 0,41 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou 1,25% no ano de 2024 e 4,50% em 12 meses. Em fevereiro de 2023, o índice variou em 0,84%, acumulando 5,60% em 12 meses.
Em janeiro de 2024, o IPCA variou 0,42%, uma redução de 0,14 ponto percentual em relação ao que foi registrado em dezembro de 2023 (0,56%). Com o resultado, o índice acumulou 4,51% em 12 meses. Em janeiro de 2023, o índice havia variado 0,53% e acumulava 5,77% em 12 meses.
No mês de dezembro de 2023, o IPCA teve alta de 0,56%, após subir 0,28% em novembro, uma variação de 0,28 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou alta de 4,62% no ano de 2023 e em 12 meses. Em dezembro de 2022, o índice variou em 0,62%, acumulando 5,70% em 12 meses.
Em novembro de 2023, o IPCA variou 0,28%, um leve aumento de 0,04 ponto percentual em relação ao que foi registrado em outubro (0,24%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 4,04% no ano de 2023 e 4,68% em 12 meses. Em novembro de 2022, o índice havia variado 0,41% e acumulava 5,90% em 12 meses.
No mês de outubro de 2023, o IPCA teve alta de 0,24%, após subir 0,26% em setembro, um leve recuo de 0,02 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou alta de 3,75% no ano de 2023 e de 4,82% em 12 meses. Em outubro de 2022, o índice teve variação de 0,59%, acumulando 6,47% em 12 meses.
Em setembro de 2023, o IPCA variou 0,26%, um leve aumento de 0,03 ponto percentual em relação ao que foi registrado em agosto (0,23%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 3,50% no ano de 2023 e 5,19% em 12 meses. Em setembro de 2022, o índice chegava ao seu terceiro mês de deflação, com variação de -0,29%, e acumulava 7,17% em 12 meses.
No mês de agosto de 2023, o IPCA teve alta de 0,23%, após subir 0,12% em julho, um avanço de 0,11 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou alta de 3,23% no ano de 2023 e de 4,61% em 12 meses. Em agosto de 2022, o índice teve variação negativa (-0,36%), acumulando variação de 8,73% em 12 meses.
Em julho de 2023, o IPCA variou 0,12%, um aumento de 0,20 ponto percentual em relação à deflação de -0,08% registrada em junho. Com o resultado, o índice acumulou alta de 2,99% no ano de 2023 e 3,99% em 12 meses. Em julho de 2022, o índice teve variação de -0,68%, a menor taxa registrada desde o início da série histórica, em janeiro de 1980, e acúmulo de 10,07% em 12 meses.
No mês de junho de 2023, o IPCA apontou deflação de -0.08%, após subir 0,23% em maio, uma queda de 0,31 ponto percentual. Com o resultado, o índice acumulou alta de 2,87% no ano de 2023 e de 3,16% em 12 meses. Em junho de 2022, o índice teve alta de 0,67%, acumulando 11,89% em 12 meses.
Em maio de 2023, o IPCA variou 0,23%, um recuo de 0,38 ponto percentual em relação ao que foi registrado em abril (0,61%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 2,95% no ano de 2023 e 3,94% em 12 meses. Em maio de 2022, o índice havia variado 0,47% e acumulava 11,73% em 12 meses.
No mês de abril de 2023, o IPCA apontou alta de 0,61%, um leve recuo de 0,10 ponto percentual em relação à taxa de março (0,71%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 2,72% no ano de 2023 e de 4,18% em 12 meses. Em abril de 2022, o índice teve alta de 1,06%, acumulando 12,13% em 12 meses.
Em março de 2023, o IPCA variou 0,71%, um recuo de 0,13 ponto percentual em relação ao que foi registrado em fevereiro (0,84%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 2,09% no ano de 2023 e 4,65% em 12 meses. Em março de 2022, o índice havia variado 1,62% e acumulava 11,30% em 12 meses.
No mês de fevereiro de 2023, o IPCA apontou alta de 0,84%, avançando 0,31 ponto percentual em relação à taxa de janeiro (0,53%). Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,37% no ano de 2023 e de 5,60% em 12 meses. Em fevereiro de 2022, o índice teve alta de 1,01%, acumulando 10,54% em 12 meses.
Em janeiro de 2023, o IPCA variou 0,53%, um recuo de 0,09 ponto percentual em relação ao que foi registrado em dezembro de 2022 (0,62%). Com o resultado, o índice acumulou alta 5,77% em 12 meses. Em janeiro de 2022, o índice havia variado 0,54% e acumulava 10,38% em 12 meses.
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Calendário do IPCA 2025
Confira as datas das próximas divulgações do IPCA em 2026.
- Janeiro: dia 09 ✅ (IPCA de Dezembro de 2025)
- Fevereiro: dia 10 ✅ (IPCA de Janeiro de 2026)
- Março: dia 12 (IPCA de Fevereiro de 2026)
- Abril: dia 10 (IPCA de Março de 2026)
- Maio: dia 12 (IPCA de Abril de 2026)
- Junho: dia 12 (IPCA de Maio de 2026)
- Julho: dia 10 (IPCA de Junho de 2026)
- Agosto: dia 11 (IPCA de Julho de 2026)
- Setembro: dia 11 (IPCA de Agosto de 2026)
- Outubro: dia 09 (IPCA de Setembro de 2026)
- Novembro: dia 12 (IPCA de Outubro de 2026)
- Dezembro: dia 11 (IPCA de Novembro de 2026)
O que é o IPCA?
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é calculado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1980. O indicador é considerado a inflação oficial do país.
O IPCA se refere às famílias com rendimento monetário de um a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.
Como é calculado o IPCA?
O IPCA é calculado com base na variação dos preços de um conjunto de produtos e serviços vendidos no varejo e consumidos pelas famílias brasileiras com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de renda. E abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
Para a definição do valor do IPCA, são coletados aproximadamente 430 mil preços de 30 mil locais, que vão de estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços a concessionárias de serviços públicos (como energia elétrica e água) e internet. E essa coleta acontece, em geral, entre os dias 1º e 30 do mês de referência.
Por conta da pandemia de Covid-19, o IBGE suspendeu, no dia 18 de março de 2020, a coleta presencial de preços nos locais de compra. A partir dessa data, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail. Mas no início de julho de 2021, o instituto deu início à retomada gradual da coleta presencial de preços em alguns estabelecimentos, conforme descrito na Portaria nº 207/2021 da Presidência do IBGE.
O uso do índice no QuintoAndar
Líder em alugueis residenciais no Brasil, o QuintoAndar anunciou no final de novembro de 2020, em uma ação pioneira para o setor imobiliário, que os novos contratos de aluguel passariam a ser reajustados pelo IPCA. Com a iniciativa, a imobiliária digital deixou de usar o reajuste de aluguel IGP-M como padrão, apesar de manter o índice como opção de reajuste para os proprietários que alugam imóveis pela plataforma.
Os contratos que estão sendo firmados desde o final de novembro de 2020 são reajustados a cada aniversário. Mas, os inquilinos com contratos antigos podem procurar o QuintoAndar para negociar o reajuste com os proprietários, inclusive usando o IPCA como referência.
Segundo um estudo recente do QuintoAndar, divulgado no final de novembro, a alteração do índice de referência no reajuste de aluguel do IGP-M para o IPCA, que é menos volátil, pode ser um movimento vantajoso para ambos os lados numa relação de locação de imóveis, até em negociações de aluguel direto com o proprietário.
Desde a mudança, a imobiliária digital já vem atuando para facilitar a negociação de reajuste entre inquilinos e proprietários, além de entrar em contato com os donos de imóveis sugerindo a aplicação proativa de taxas menores na correção dos aluguéis. A decisão, porém, é inteiramente dos proprietários.
Vantagens do IPCA no reajuste de aluguel?
- É o índice oficial de inflação do país, feito por uma instituição federal;
- Não sofre variações por fatores como dólar e exportações por exemplo, como acontece com o IGP-M;
- Reflete mais a realidade da condição financeira das população, uma vez que mede somente a variação de itens do dia a dia de uma família;
- É um índice estável. Isso significa que o seu uso evita que os inquilinos precisem pedir descontos ou até mesmo cancelamentos de seus contratos de aluguel.
- Não gera um “susto” no orçamento dos inquilinos por ter um histórico de reajuste estável de valores;
- Traz maior segurança para os inquilinos se planejarem;
- Evita inadimplências para proprietários quando há um reajuste alto.
E caso você ainda tenha dúvidas inicias sobre como funciona o aluguel de imóveis pode contar com o auxílio da maior plataforma de moradia do país para ter um processo agilizado e desburocratizado.
Leia também: Aprenda o que é deflação do IPCA e do IGP-M e quais os efeitos para quem aluga imóveis
Tabela IGP-M/IPCA – Variações nos últimos 12 meses
| IGP-M | IPCA | |
|---|---|---|
| FEV/25 | 1.06% | 1.31% |
| MAR/25 | -0.34% | 0.56% |
| ABR/25 | 0.24% | 0.43% |
| MAI/25 | -0.49% | 0.26% |
| JUN/25 | -1.67% | 0.24% |
| JUL/25 | -0.77% | 0.26% |
| AGO/25 | 0.36% | -0.11% |
| SET/25 | 0.42% | 0.48% |
| OUT/25 | -0.36% | 0.09% |
| NOV/25 | 0.27% | 0.18% |
| DEZ/25 | -0.01% | 0.33% |
| JAN/26 | 0.41% | 0.33% |
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– Negociar aluguel, como fazer para ter o melhor negócio
– Preço do imóvel: como definir o melhor valor de venda
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