Se eu financiar R$ 400 mil, quanto vou pagar no imóvel? Veja a simulação

Descubra como calcular as parcelas de um financiamento imobiliário de R$ 400 mil e planejar seu orçamento para não se endividar

Por Redação - 29/01/2025 às 16:49
Atualizado: 18/11/2025 às 16:59
Imagem de uma mulher sentada no meio de um sofá em casa mexendo no celular para ilustrar matéria sobre a seguinte dúvida: “se eu financiar R$ 400 mil, quanto vou pagar?”
  • Um financiamento de R$ 400 mil com entrada de 20% (R$ 80 mil), taxa de 10,49% ao ano e prazo de 30 anos resulta em parcelas mensais de aproximadamente R$ 1.662,22 e custo total de R$ 598.400,00.
  • O valor final do financiamento depende de quatro fatores principais: sistema de amortização (SAC ou Tabela Price), taxa de juros, prazo de pagamento e valor de entrada, sendo que prazos maiores reduzem parcelas mas aumentam juros totais.
  • Bancos limitam o comprometimento de renda com financiamento a 30% do rendimento bruto familiar, exigindo renda mínima de aproximadamente R$ 5.541 mensais para financiar R$ 400 mil nas condições simuladas.
Resumo supervisionado por jornalista.

Começar um financiamento imobiliário é uma decisão importante que requer planejamento financeiro e conhecimento sobre os custos envolvidos. E se você está nesse processo, pode ser que já tenha se perguntado: “se eu financiar R$ 400 mil, quanto vou pagar?”. 

Fique sabendo que essa é uma dúvida comum, já que o valor das parcelas depende de fatores como o prazo de pagamento, a taxa de juros e o sistema de amortização escolhido. Por isso, ter essas informações é importante para evitar surpresas e garantir que o compromisso caiba no orçamento.

Nesse sentido, ao financiar um imóvel avaliado em R$ 400 mil, é preciso considerar que o montante total pago ao longo dos anos será maior que o valor financiado devido aos juros. Além disso, taxas adicionais, como seguros obrigatórios e tarifas bancárias, também influenciam no custo final. 

Então, se você quer saber quanto será necessário desembolsar mensalmente para realizar o sonho da casa própria, é só continuar a leitura deste artigo.

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Se eu financiar R$ 400 mil, quanto vou pagar? Simule na prática

Imagem de um modelo de casa e monte de moeda em primeiro plano e uma mulher com uma caderneta e caneta em segundo plano para ilustrar matéria sobre financiamento de R$ 400 mil
Quanto maior o prazo, menor o valor das parcelas, mas o custo total será mais elevado devido aos juros

Um financiamento de R$ 400 mil envolve diversas variáveis que influenciam diretamente no valor das parcelas e no custo total do financiamento. 

O primeiro fator é a taxa de juros, que pode mudar de acordo com o banco, o perfil do cliente e as condições do mercado. Atualmente, essa taxa varia de 10,49% a 11,49%. 

Outro fator importante é o prazo do financiamento. Quanto maior o prazo, menor será o valor das parcelas, mas o custo total do financiamento será mais elevado devido à incidência prolongada de juros. Além disso, o sistema de amortização também tem grande impacto no financiamento. 

Na prática, funciona assim: considere um imóvel no valor de R$ 400 mil. Para adquiri-lo, você pagará uma entrada de R$ 80 mil (entrada mínima de 20% do valor do imóvel). Já o financiamento terá taxa de juros de 10,49% ao ano. Além disso, suponha que a dívida terá um prazo de 360 meses (30 anos).

Agora, vamos dividir a taxa de juros anual de 10,49% por 12 meses, que resulta em 0,87% ao mês. 

O próximo passo é multiplicar o valor total financiado, já deduzido o valor da entrada (R$ 320.000,00), pela taxa de juros mensal, ou seja: 0,87 x 320.000,00 = 278.400.

Isso significa que o financiamento de R$ 320.000,00 acrescido da taxa de juros de R$ 278.400,00 resulta em uma dívida no valor total de 598.400,00. Dividindo esse custo pela quantidade de meses (360), você terá parcelas mensais de R$ 1.662,22.

Contudo, vale ressaltar que outros fatores, como uso do FGTS e possíveis benefícios do cliente também podem impactar as condições do financiamento. Então, antes de tomar qualquer decisão, é importante entender todas essas variáveis para planejar o orçamento com segurança. Para simular o seu financiamento, acesse a calculadora do QuintoAndar.

Qual a renda para financiar um imóvel de 400 mil?

Imagem de um casal assinando documentos de um imóvel para ilustrar matéria financiar um imóvel de R$ 400 mil
O valor das parcelas não pode ser superior a 30% da renda familiar

A renda necessária para financiar um imóvel de R$ 400 mil depende diretamente do valor das parcelas, que por sua vez é influenciado pela taxa de juros, o prazo do financiamento, o valor de entrada e o sistema de amortização escolhido. 

Atualmente, os bancos utilizam a regra de que o comprometimento da renda mensal com as parcelas do financiamento não pode ultrapassar 30% do rendimento bruto familiar. Ou seja, para determinar a renda exigida, é preciso calcular o valor aproximado da parcela mensal.

Principais fatores que impactam o custo total

Imagem de de casa moderna de dois andares isolada para ilustrar matéria sobre fatores que impactam o custo total do financiamento de um imóvel de R$ 400 mil
Tudo vai depender do sistema de amortização, taxa de juros, prazo de financiamento e, claro, do valor de entrada

O valor final de um financiamento imobiliário é determinado por diversos fatores que influenciam o custo total pago pelo comprador ao longo do contrato. Conheça quais são eles:

Sistema de amortização

No Brasil, os sistemas mais utilizados são a Tabela Price e o SAC (Sistema de Amortização Constante). No SAC, as parcelas começam mais altas e reduzem ao longo do tempo, enquanto na Tabela Price as parcelas são fixas, mas o total de juros pagos pode ser maior.

Taxa de juros

A taxa de juros é o principal componente que define o custo do financiamento. Quanto maior a taxa, maior será o valor pago em juros ao longo do tempo. Ela pode variar de acordo com o banco, o tipo de financiamento e a política econômica, como a taxa Selic, por exemplo.

Prazo do financiamento

O número de meses para quitar o financiamento também afeta o valor final. Prazos mais longos resultam em parcelas menores, mas o montante total pago será maior devido ao acúmulo de juros.

Valor de entrada

Quanto maior o valor pago na entrada, menor será o montante financiado. Isso reduz o valor final do financiamento, já que há menos saldo devedor incidindo juros.

Qual a diferença entre parcelas SAC e Tabela Price?

No financiamento imobiliário, as diferenças entre o sistema de amortização SAC (Sistema de Amortização Constante) e a Tabela Price estão na forma como as parcelas são estruturadas e no impacto delas ao longo do tempo. 

No SAC, a amortização, que é a parte da parcela destinada a reduzir o saldo devedor, é fixa durante todo o contrato. Isso faz com que as parcelas sejam mais altas no início, já que os juros, calculados sobre o saldo devedor, também são maiores nos primeiros meses.

Com o tempo, as parcelas diminuem à medida que o saldo devedor é reduzido. Nesse sentido, o sistema é ideal para quem pode pagar valores mais altos no início do financiamento e deseja economizar nos juros ao longo do contrato, já que o custo total do financiamento tende a ser menor.

Por outro lado, na Tabela Price, as parcelas são fixas do início ao fim do contrato, o que oferece mais previsibilidade no orçamento mensal. No entanto, a composição dessas parcelas muda ao longo do tempo. 

Nos primeiros meses, a maior parte do valor é destinada ao pagamento de juros, enquanto a amortização é pequena. Com o passar do tempo, essa proporção se inverte, e uma parte maior da parcela começa a abater o saldo devedor. 

Dicas práticas para economizar no financiamento imobiliário

Aqui estão algumas dicas para economizar no seu financiamento imobiliário:

Compare taxas e condições de diferentes instituições

Uma das formas mais eficazes de economizar no financiamento de um imóvel é comparar as taxas de juros e as condições oferecidas por diferentes bancos e instituições financeiras. Afinal, cada instituição tem critérios próprios, além de oferecer promoções sazonais ou condições especiais para certos perfis de cliente.

Ou seja, ao pesquisar bem, você pode encontrar opções com juros mais baixos ou com vantagens que tornam o financiamento mais acessível.

Utilize simuladores online

Imagem de uma mulher sorridente mexendo no computador para ilustrar matéria sobre quanto vou pagar no financiamento de um imóvel de R$ 400 mil
Você pode simular o financiamento para se organizar financeiramente

Os simuladores online são ferramentas gratuitas que ajudam a entender como será o financiamento antes de assinar o contrato. Então, fica a dica: com a calculadora do QuintoAndar, é muito mais fácil se planejar para conquistar a casa própria. 

Afinal, é possível descobrir o valor ideal da parcela de acordo com sua renda mensal bruta, valor de entrada e em quanto tempo deseja pagar o imóvel. Clique aqui e faça sua simulação

Vai financiar? Conheça as condições ideais para adquirir seu imóvel
Vai financiar? Conheça as condições ideais para adquirir seu imóvel Usar o simulador

Negocie as condições do financiamento

Negociar é fundamental para conseguir as melhores condições. Nesse sentido, leve as propostas de diferentes instituições ao banco de sua preferência e peça uma contraproposta. 

Muitas vezes, as instituições financeiras podem ajustar taxas ou oferecer benefícios extras, como a redução de tarifas administrativas, especialmente se você já for cliente.

Use o FGTS para reduzir o saldo financiado

Se você tem saldo disponível no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), então é possível utilizá-lo para abater o saldo devedor ou reduzir o valor das parcelas. O FGTS é um recurso importante para quem deseja economizar, principalmente em financiamentos dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Pesquise programas de incentivo habitacional

Existem programas de incentivo habitacional, como o Minha Casa Minha Vida, que oferecem condições especiais para financiamento, como subsídios e taxas de juros reduzidas. Pesquisar e verificar se você atende aos requisitos desses programas pode resultar em uma economia significativa.

Leia mais: Parcelas decrescentes no financiamento imobiliário: o que são, como calcular, vantagens e desvantagens

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Agora que você já sabe como funciona e quanto pode custar um financiamento de R$ 400 mil, chegou a hora de dar o próximo passo que é simular o valor da compra ou venda do seu imóvel. Se você quer comprar, a boa notícia é que a Assessoria de Financiamento do QuintoAndar pode te ajudar em todas as etapas: desde a análise de crédito buscando as melhores taxas até a assinatura do contrato. Você faz tudo pelo aplicativo, sem burocracia e o melhor: sem custo extra. E se você quer vender, também acompanha todas as etapas da venda no app.

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Dúvidas mais comuns

O valor total pago depende de vários fatores, como a taxa de juros, o prazo do financiamento e o sistema de amortização escolhido. Por exemplo, com uma entrada de R$ 80 mil (20% do valor), financiando R$ 320 mil a uma taxa de 10,49% ao ano por 30 anos, as parcelas mensais ficariam em torno de R$ 1.662,22, resultando em um custo total de aproximadamente R$ 598.400. No entanto, esse valor pode variar significativamente dependendo das condições específicas do seu financiamento.

O valor da parcela depende principalmente da taxa de juros, prazo e sistema de amortização. Na Tabela Price (parcelas fixas), a parcela gira em torno de R$ 3.100,00, enquanto no sistema SAC (parcelas decrescentes), a primeira parcela fica em aproximadamente R$ 3.820,00. Esses valores podem variar conforme a instituição financeira, a taxa de juros vigente e as condições específicas do cliente.

O valor mínimo de entrada para um imóvel de R$ 400 mil é de 10% a 20% do valor total, ou seja, entre R$ 40 mil e R$ 80 mil. No entanto, é possível oferecer um valor maior de entrada, e quanto maior ele for, melhores serão as condições do parcelamento, como taxas de juros mais baixas e parcelas menores.

Os bancos utilizam a regra de que o comprometimento da renda mensal com as parcelas do financiamento não pode ultrapassar 30% do rendimento bruto familiar. Portanto, se a parcela mensal for de R$ 3.100,00, a renda mínima necessária seria de aproximadamente R$ 10.333,00. Esse cálculo pode variar conforme a instituição financeira e as condições específicas do cliente.

No sistema SAC (Sistema de Amortização Constante), as parcelas começam mais altas e diminuem ao longo do tempo, com a amortização fixa durante todo o contrato. Na Tabela Price, as parcelas são fixas do início ao fim, oferecendo mais previsibilidade no orçamento. O SAC geralmente resulta em um custo total menor de juros, enquanto a Tabela Price oferece maior estabilidade nas despesas mensais.

Existem várias estratégias para economizar: comparar taxas e condições de diferentes instituições financeiras, utilizar simuladores online para planejar melhor, negociar as condições do financiamento com os bancos, usar o FGTS para reduzir o saldo financiado, e pesquisar programas de incentivo habitacional como o Minha Casa Minha Vida, que oferecem taxas reduzidas e subsídios.

O custo total é determinado por quatro fatores principais: o sistema de amortização escolhido (SAC ou Tabela Price), a taxa de juros (que varia entre bancos e condições de mercado), o prazo do financiamento (quanto maior, maior o custo total em juros), e o valor de entrada (quanto maior, menor o saldo financiado e, consequentemente, menor o custo total).

Para calcular as parcelas, você precisa: dividir a taxa de juros anual pela quantidade de meses (por exemplo, 10,49% ÷ 12 = 0,87% ao mês), multiplicar o valor financiado pela taxa mensal, somar esse resultado ao valor financiado, e dividir pelo número de meses do contrato. Ferramentas como simuladores online facilitam esse cálculo, permitindo testar diferentes cenários de taxa de juros, prazo e valor de entrada.


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