Memorial dos Povos Indígenas: pluralidade cultural e histórica dos habitantes originários

Veja como chegar, quais atrativos estão pelo passeio e o que fazer pelas imediações de um dos museus mais importantes do Eixo Monumental em Brasília

Por Redação - 08/03/2023 às 16:45
Atualizado: 30/08/2024 às 14:47
Foto mostra a fachada do Memorial dos Povos Indígenas
  • O Memorial dos Povos Indígenas, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1987, é um museu dedicado à preservação e reflexão sobre a diversidade cultural dos povos originários brasileiros no Eixo Monumental de Brasília.
  • O espaço foi desenvolvido em colaboração com antropólogos e líderes indígenas como Mário Juruna e Álvaro Tukano, funcionando como centro de pesquisa e produção de conhecimento sobre populações originárias com participação de representantes de diferentes regiões.
  • O acervo de 7.200 m² abriga arte plumária, instrumentos musicais, máscaras e objetos de povos do Alto Xingu e Amazonas, oferecendo visitação gratuita com pavilhões de exposição, miniauditório e arena para eventos culturais.
Resumo supervisionado por jornalista.

O Memorial dos Povos Indígenas é um espaço cultural que fica no Eixo Monumental, em Brasília. No lugar, que é inspirado em uma maloca Yanomami, o acervo abriga objetos e ainda uma oportunidade de refletir e conhecer sobre as mais diversas culturas dos habitantes originários.

E se você ainda não conhece o museu que é um dos centros culturais que estão no coração da Capital Federativa, que tal acompanhar esta leitura conosco para saber o que encontrar no espaço?

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Como é o Memorial dos Povos Indígenas para quem mora em Brasília

Ao MeuLugar, a brasiliense Alice Lira comenta que o Memorial dos Povos Indígenas é um dos centros culturais do Eixo Monumental que valem a pena fazer uma visita e conhecer o patrimônio dedicado à cultura dos povos originários.

Alice Lira

Moradora de Brasília

“Tem muita coisa legal para se ver, ler e ouvir lá, mas é pouco frequentado. Acho que precisa ser mais promovido, mais divulgado”.

História

Projetado pelo arquiteto modernista Oscar Niemeyer, o Memorial dos Povos Indígenas foi inaugurado em 1987 em Brasília e é um dos espaços culturais e turísticos que integra o Eixo Monumental. Após permanecer fechado por anos, teve suas atividades retomadas em 1999.

Junto a Niemeyer, o memorial foi criado em colaboração com os antropólogos e líderes indígenas Mário Juruna e Álvaro Tukano, no intuito de promover a reflexão e o respeito pela ampla diversidade cultural dos povos originários brasileiros.

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Pesquisas e eventos

Convidada para coordenar a criação do Memorial dos Povos Indígenas, a antropóloga Berta Ribeiro propôs que o museu se tornasse um espaço de pesquisas e produção de conhecimento sobre as populações originárias, além de promover eventos com a participação de representantes indígenas das diferentes regiões do país.

Durante a construção do projeto, foram realizadas diversas reuniões entre o Governo do Distrito Federal, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e lideranças indígenas importantes, como os Caciques Raoni, Marcos Terena, Megaron, Aílton Krenak, entre outros.

Estrutura

O acervo do Memorial dos Povos Indígenas conta com peças que representam os povos originários, como arte plumária Urubu-Kaapor; bancos de madeira Yawalapiti, Kuikuro e Juruna, máscaras e instrumentos musicais símbolos do Alto Xingu e Amazonas.

Ao todo, o espaço ocupado pela estrutura do Memorial dos Povos Indígenas, que é inspirado em uma maloca Yanomami, totaliza uma área de 7.200 m², com:

  • Pavilhão de Exposições: Área de 600 m², com um acervo que abriga objetos, fotografias e documentos;
  • Miniauditório: Com 48 cadeiras, a sala de projeção tem 59 m² e é voltada para a exibição de filmes, documentários, palestras, oficinas e cursos; e
  • Arena: Utilizado para eventos, palestras e apresentações culturais, o espaço a céu aberto, de 916 m², forma um círculo composto de areia.

No lugar, você também encontra um espaço multiuso, com jardim de plantas e árvores de regiões dos povos indígenas, um lago artificial, além de uma área de convivência com lanchonete.

Como chegar

Para chegar ao Memorial dos Povos Indígenas, você deve seguir sentido o Eixo Monumental Oeste, onde o espaço está situado na Praça do Buriti, na Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK.

Além da estação de metrô Central, que fica próxima do centro cultural, você pode contar com as linhas de ônibus que circulam pelo Eixo Monumental.

Informações sobre o funcionamento

Entrada: Gratuita. Visitas guiadas podem ser agendadas previamente.
Horários: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h.
Telefone: (61) 3344-9272 / (61) 3344-1154 / (61) 3306-2874
Endereço: Eixo Monumental Oeste, Zona Cívico-Administrativa, Praça do Buriti

Veja no mapa a localização exata do Memorial dos Povos Indígenas:

O que fazer nas redondezas

  • Memorial JK
  • Praça do Cruzeiro
  • Centro de Convenções Ulysses Guimarães
  • Planetário de Brasília
  • Clube do Choro de Brasília
  • Feira da Torre de TV

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Dúvidas mais comuns

O Memorial dos Povos Indígenas é um espaço cultural localizado no Eixo Monumental de Brasília, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1987. Inspirado em uma maloca Yanomami, o memorial funciona como um museu dedicado à preservação, pesquisa e celebração da diversidade cultural dos povos originários brasileiros, abrigando um acervo de objetos, fotografias e documentos representativos das diferentes etnias indígenas.

O Memorial representa a diversidade e riqueza da cultura indígena de forma dinâmica e viva, recebendo uma média de 2.500 visitantes por mês. Seu objetivo é promover a reflexão e o respeito pela ampla diversidade cultural dos povos originários brasileiros, funcionando como um espaço de pesquisas, produção de conhecimento e eventos com a participação de representantes indígenas de diferentes regiões do país.

O Memorial foi projetado pelo arquiteto modernista Oscar Niemeyer e criado em colaboração com os antropólogos e líderes indígenas Mário Juruna e Álvaro Tukano. A antropóloga Berta Ribeiro foi convidada para coordenar a criação do projeto, propondo que o museu se tornasse um espaço de pesquisas e produção de conhecimento sobre as populações originárias, com participação de importantes lideranças indígenas como os Caciques Raoni, Marcos Terena e Aílton Krenak.

O acervo inclui peças representativas dos povos originários, como arte plumária Urubu-Kaapor, bancos de madeira Yawalapiti, Kuikuro e Juruna, máscaras e instrumentos musicais símbolos do Alto Xingu e Amazonas. O espaço de 7.200 m² conta com um Pavilhão de Exposições de 600 m² com objetos, fotografias e documentos, além de um miniauditório e uma arena a céu aberto para eventos e apresentações culturais.

O Memorial funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. A entrada é gratuita e visitas guiadas podem ser agendadas previamente através dos telefones (61) 3344-9272, (61) 3344-1154 ou (61) 3306-2874.

O Memorial está localizado no Eixo Monumental Oeste, na Praça do Buriti, na Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK. É possível chegar pela estação de metrô Central, que fica próxima ao centro cultural, ou pelas linhas de ônibus que circulam pelo Eixo Monumental. O endereço completo é Eixo Monumental Oeste, Zona Cívico-Administrativa, Praça do Buriti.

O Memorial possui um Pavilhão de Exposições com 600 m² para exibição de acervo, um miniauditório com 48 cadeiras e 59 m² para projeção de filmes e palestras, e uma arena a céu aberto com 916 m² em formato circular para eventos e apresentações culturais. Além disso, há um espaço multiuso com jardim de plantas de regiões indígenas, lago artificial e área de convivência com lanchonete.

O Memorial foi inaugurado em 1987 como um dos espaços culturais e turísticos que integram o Eixo Monumental de Brasília. Após permanecer fechado por alguns anos, suas atividades foram retomadas em 1999, quando voltou a receber visitantes e a promover pesquisas e eventos sobre as culturas indígenas brasileiras.


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