Vale a pena investir em consórcio? Entenda as vantagens e como funciona

Investir em consórcio pode ser a solução para quem quer conquistar a casa própria a longo prazo. Descubra como funciona e se essa opção é ideal para você

Por Redação - 23/09/2025 às 18:20
Atualizado: 08/01/2026 às 12:34
Imagem de um cofrinho rosa sobre uma mesa coberta de papéis, enquanto duas pessoas ao fundo examinam documentos e usam uma calculadora

Cada vez mais pessoas buscam investir em consórcio para conquistar um bem de alto valor sem assumir dívidas com juros elevados. Diferente de outras modalidades de crédito, o consórcio funciona como uma forma de poupança coletiva, em que disciplina financeira e planejamento caminham lado a lado.

Nesse sentido, essa escolha atrai quem não tem pressa em adquirir o bem, mas valoriza a previsibilidade e a segurança de pagar parcelas acessíveis. 

Ao longo do processo, o consorciado participa de sorteios e lances que permitem a antecipação da contemplação, o que traz flexibilidade e mantém a expectativa de realizar o objetivo em médio ou longo prazo.

Contudo, antes de decidir se a modalidade vale a pena, é importante entender quais são as vantagens, se há riscos envolvidos e, claro, como investir em consórcio. Continue a leitura e saiba mais! 

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Leia também:  Consórcio contemplado: saiba como usar essa modalidade de crédito para adquirir imóveis

É bom investir em consórcio?

Imagem de uma mulher sorridente, com uma camisa listrada, segurando um cofrinho branco. Ela está em uma sala com caixas de mudança, um vaso de planta verde e grandes janelas ao fundo.
É importante entender que o consórcio não gera rendimento e o dinheiro investido não pode ser resgatado antes do prazo

A resposta depende do objetivo de quem avalia essa modalidade. Afinal, o consórcio não é um investimento no sentido de aplicação de recursos financeiros, já que não gera rentabilidade sobre o valor que o participante aplica. 

Ou seja, ele funciona como um mecanismo de compra programada, em que o participante paga parcelas mensais até a contemplação. Nesse sentido, é preciso levar em consideração alguns fatores, como:

Consórcio não gera rendimento

É importante entender que investir em consórcio não faz o seu dinheiro crescer. Diferente de aplicações como a renda fixa ou fundos de investimento, o consórcio não paga juros nem lucros sobre o valor que você coloca. 

Além disso, existem taxas de administração, seguros e fundo de reserva que ficam com a administradora e diminuem o valor final.

Taxas e reajustes

Ainda que as taxas de administração sejam menores do que os juros de um financiamento, elas diminuem parte do valor investido. Além disso, as parcelas podem aumentar ao longo dos anos, já que o preço do bem corrige o crédito, o que exige atenção de quem planeja o orçamento no longo prazo.

Baixa liquidez

Um detalhe que muita gente esquece é que o dinheiro colocado no consórcio não pode ser resgatado a qualquer momento. Até ser contemplado, o valor pago fica preso no grupo, sem chance de usar em outra situação. 

Isso pode atrapalhar quem precisa de flexibilidade financeira ou gostaria de aplicar o dinheiro em diferentes opções ao mesmo tempo.

Quais as vantagens de investir em um consórcio?

Imagem de duas pessoas sentadas em uma mesa com cadernos e documentos, sorrindo enquanto uma delas aperta a mão de uma pessoa à sua frente. Outra pessoa está sentada perto, observando a interação.
Investir em um consórcio pode ser uma oportunidade para se organizar financeiramente para a compra de um bem

Agora que você entendeu a diferença de consórcio e de investimento, vamos às vantagens desse tipo de compra:

Decidir investir dinheiro em um consórcio pode ser uma boa saída para quem tem dificuldade em poupar sozinho e precisa de mais disciplina financeira. Isso porque o compromisso de pagar o boleto mensal funciona como uma espécie de poupança forçada que ajuda a manter o foco até atingir o valor necessário para a compra do bem. 

Ou seja, o consórcio acaba servindo também como uma ferramenta de planejamento, já que obriga o participante a se organizar e respeitar um cronograma de pagamentos de longo prazo.

Outra vantagem é que o consórcio pode substituir o financiamento em muitos casos, especialmente porque não cobra juros. Então, para quem não tem pressa em adquirir o bem, essa modalidade se torna uma opção mais acessível e previsível. 

Além disso, existe a possibilidade de antecipar a contemplação com lances, o que garante flexibilidade a quem dispõe de algum recurso extra e deseja acelerar o processo.

Leia também: Consórcio com parcela reduzida vale a pena? Veja como conquistar a casa própria

É possível ganhar dinheiro com consórcio?

Imagem de uma pessoa usando uma calculadora e digite em um laptop em uma mesa de madeira, com papéis espalhados
A modalidade não gera rendimento como nos investimentos

De modo geral, não é possível ganhar dinheiro com consórcio. 

Isso acontece porque ele não gera rentabilidade como investimentos tradicionais, já que não há juros, dividendos ou valorização sobre o valor pago. Pelo contrário: existem custos obrigatórios, como a taxa de administração e o fundo de reserva, que reduzem o valor líquido final.

O consórcio deve ser visto como uma forma de adquirir um bem de alto valor de maneira planejada e sem juros, e não como uma aplicação financeira para obter lucro. 

No máximo, pode funcionar como uma poupança forçada para quem tem dificuldade em guardar dinheiro, mas não substitui opções de investimento que realmente fazem o patrimônio crescer.

Como investir em consórcio?

Imagem da mão de uma pessoa segurando uma caneta e assinando um documento em uma mesa, com a outra mão descansando nas proximidades. A imagem é focada na caneta e no papel, com o fundo suavemente desfocado.
O consórcio deve ser feito em uma administradora autorizada pelo Banco Central

Para investir em consórcio, o primeiro passo é definir qual bem você deseja adquirir: pode ser um imóvel, um carro ou até serviços, como reformas e viagens. 

A partir daí, é importante escolher uma administradora autorizada pelo Banco Central, já que ela será responsável por organizar o grupo, emitir os boletos e gerenciar os sorteios e lances.

Depois, você deve analisar o valor da carta de crédito e o prazo de pagamento, verificando se as parcelas cabem no seu orçamento. Também é importante observar as taxas de administração, fundo de reserva e eventuais seguros, já que esses custos impactam diretamente no valor final.

Com a adesão ao grupo, você passa a contribuir mensalmente. A contemplação pode acontecer por sorteio ou por lance, que é quando você antecipa parte do valor para aumentar suas chances de receber a carta de crédito antes. Quando contemplado, você pode usar a carta como pagamento à vista, o que muitas vezes permite negociar preços melhores.

Como escolher o melhor consórcio?

Imagem de uma mulher usando óculos e uma camisa jeans sorrindo enquanto trabalha em um laptop em uma mesa de madeira, segurando uma caneta e escrevendo em um caderno. Uma calculadora e uma caneca também estão sobre a mesa.
Antes de iniciar um consórcio, compare as taxas de administração e fundo de reserva

O primeiro passo para escolher o melhor consórcio é verificar se a administradora é autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, já que isso garante mais segurança ao contrato. 

Depois, compare as taxas de administração e o fundo de reserva, que podem variar bastante entre empresas e impactam diretamente no custo total.

Também é importante analisar o prazo do consórcio, o valor da carta de crédito e a flexibilidade para ofertar lances. Quanto mais adequados esses fatores estiverem ao seu orçamento e aos seus objetivos, mais tranquilo será o processo. 

Avaliar o histórico da administradora, a transparência nas regras e até a experiência de outros clientes ajuda a tomar uma decisão mais segura. 

Assim, você evita surpresas e aumenta as chances de que o consórcio realmente funcione como uma alternativa eficiente para conquistar o bem desejado.

Saiba mais: Consórcio ou financiamento imobiliário: diferenças, qual vale mais a pena e como escolher?

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