Crédito imobiliário: o que é, como funciona e como conseguir as melhores taxas?

Entenda como funciona o crédito imobiliário, quais são as etapas, tipos disponíveis e o que considerar antes de contratar

Por Redação - 14/05/2024 às 14:34
Atualizado: 20/03/2026 às 14:28
Imagem de um homem sentado em um sofá cinza usando um laptop, parecendo pensativo, para ilustrar matéria sobre crédito imobiliário. Uma mulher está atrás dele, sorrindo e apoiando as mãos em seus ombros. Uma mesa de centro com um controle remoto e fones de ouvido está na frente deles.
  • Crédito imobiliário é um empréstimo de longo prazo que permite comprar, construir ou reformar imóveis mediante pagamento parcelado com juros, com o imóvel servindo como garantia fiduciária.
  • Os bancos avaliam capacidade de pagamento, histórico financeiro e valor do imóvel antes de aprovar, exigindo que a parcela não ultrapasse 30% da renda mensal e geralmente financiando até 80% do valor total.
  • Existem modalidades específicas como SFH para imóveis até R$ 2,25 milhões, SFI para imóveis de alto valor, e programas governamentais como Minha Casa Minha Vida, cada uma com taxas, prazos e exigências distintas.
Resumo supervisionado por jornalista.

O crédito imobiliário é uma das principais formas de viabilizar a compra de um imóvel no Brasil, especialmente para quem não tem o valor total à vista.

Ainda assim, muitas pessoas têm dúvidas sobre como esse formato funciona, quais são os critérios de aprovação e o que realmente pesa na decisão do banco. 

Quer saber quais são as etapas e o que avaliar antes de contratar? Então, continue a leitura deste artigo e saiba tudo sobre o assunto!

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Leia também: Financiamento imobiliário: regras, etapas e dicas para conquistar a casa própria

O que é crédito imobiliário?

Imagem de um homem de óculos sentado em uma mesa de cozinha, olhando para um laptop e segurando uma folha de papel, para ilustrar matéria sobre crédito imobiliário com garantia de imóvel. Uma xícara e um pires estão sobre a mesa; uma fruta pode ser vista no balcão ao fundo.
Depois de aprovado, o crédito imobiliário viabiliza a compra, construção ou reforma de imóveis

O crédito imobiliário é um tipo de empréstimo de longo prazo destinado à compra, construção ou reforma de imóveis

Nesse modelo, o banco ou instituição financeira libera um valor ao comprador, que o devolve em parcelas mensais com juros.

Em geral, o imóvel fica em alienação fiduciária durante todo o contrato. Ou seja, funciona como uma garantia da operação e, caso o pagamento não seja feito, o banco pode retomar a propriedade para arcar com os custos. 

Por isso, as taxas costumam ser mais baixas quando comparadas a outros tipos de crédito.

Além disso, o crédito imobiliário pode ser usado em diferentes situações, como compra de imóvel pronto, aquisição na planta ou até crédito imobiliário para reforma, dependendo da linha contratada. 

Qual a vantagem do crédito imobiliário?

A principal vantagem do crédito imobiliário é permitir a compra de um imóvel sem a necessidade de pagamento à vista. Assim, é possível distribuir o valor total em parcelas mensais que cabem no planejamento financeiro. 

Além disso, existem outros benefícios importantes:

  • Taxas de juros mais baixas em comparação ao crédito pessoal;
  • Prazo longo de pagamento, que pode chegar a 35 anos;
  • Possibilidade de usar o FGTS na entrada ou amortização.

Qual a diferença entre crédito imobiliário e financiamento imobiliário?

Embora os termos sejam usados como sinônimos, existe uma diferença importante entre eles. Entenda:

Crédito imobiliário

O crédito imobiliário é um conceito mais amplo. Assim, ele envolve todas as formas de obtenção de recursos para fins imobiliários, incluindo financiamento, consórcio e empréstimos com garantia.

Financiamento imobiliário

Já o financiamento imobiliário é uma modalidade específica dentro do crédito imobiliário. 

Nesse caso, o recurso é destinado exclusivamente à compra de um imóvel, que fica alienado ao banco.

Ou seja: todo financiamento é um tipo de crédito imobiliário, mas nem todo crédito imobiliário é um financiamento. 

Como funciona o crédito imobiliário?

Imagem de um homem sentado em uma mesa usando um laptop e um smartphone para pesquisar como funciona o crédito imobiliário rural, enquanto uma mulher está ao seu lado segurando papéis. A escrivaninha tem uma xícara de café, documentos e um cacto em vaso ao lado de grandes janelas.
O processo envolve etapas como simulação, análise de perfil, avaliação do imóvel e assinatura do contrato até a liberação do valor

O crédito imobiliário funciona como um contrato entre o comprador e uma instituição financeira, no qual o banco paga o imóvel à vista para o vendedor e o cliente assume o pagamento parcelado com juros.

Esse processo segue algumas etapas:

  1. Simulação de crédito;
  2. Análise de perfil financeiro;
  3. Aprovação do crédito;
  4. Avaliação do imóvel;
  5. Assinatura do contrato;
  6. Liberação do valor.

Além disso, o banco avalia fatores como renda, histórico financeiro e capacidade de pagamento. Portanto, quanto melhor for o seu perfil, maiores são as chances de conseguir melhores taxas no crédito imobiliário. 

Como é feito o crédito imobiliário?

Para reduzir os riscos da operação, o banco faz uma análise dos dados do comprador e do imóvel antes de liberar o crédito imobiliário. Os principais pontos de atenção são:

  • Capacidade de pagamento do comprador, como renda e dívidas atuais;
  • Histórico de crédito do comprador (score e inadimplência);
  • Valor e regularidade do imóvel.

A parcela não pode comprometer mais de 30% da renda mensal. Dessa forma, o banco garante que o cliente consiga manter o pagamento ao longo dos anos.

Outro ponto importante é o valor de entrada. Em geral, as instituições financiam até 80% do imóvel. Nesses casos, o comprador precisa ter 20% do valor do imóvel para dar de entrada. 

Quais documentos são necessários para pedir crédito imobiliário?

Para solicitar crédito imobiliário, é necessário apresentar documentos pessoais, comprovantes financeiros e informações do imóvel. 

Nesse sentido, os bancos costumam pedir:

  • Documento de identidade e CPF;
  • Comprovante de estado civil;
  • Comprovante de renda (holerite, extrato ou declaração);
  • Declaração do Imposto de Renda;
  • Comprovante de residência;
  • Documentação do imóvel (matrícula atualizada, certidões).

Além disso, é possível que a instituição financeira solicite alguns documentos adicionais

É preciso ter o nome limpo para solicitar crédito imobiliário?

Imagem de uma mulher sorri enquanto trabalha em um laptop em uma mesa de cozinha para ilustrar matéria sobre como funciona o crédito imobiliário para reforma. Ao fundo, uma criança pequena está sentada no balcão mexendo em uma panela, cercada por itens de cozinha e papéis.
Manter o nome sem restrições e um bom histórico financeiro aumenta as chances de aprovação

Sim, ter o nome limpo é um dos principais critérios para aprovação do crédito imobiliário. 

Afinal, os bancos analisam o histórico financeiro para entender o comportamento de pagamento do cliente. Se houver restrições no CPF, como dívidas em aberto, as chances de aprovação diminuem. 

Em alguns casos, é possível:

  • Regularizar dívidas antes da análise;
  • Melhorar o score de crédito;
  • Incluir um co-participante na renda.

Portanto, organizar a vida financeira antes de solicitar o crédito aumenta tanto a aprovação quanto as condições oferecidas. 

Tipos de crédito imobiliário

Existem diversas modalidades de crédito imobiliário. Veja a seguir os principais tipos disponíveis no Brasil: 

Programa Minha Casa, Minha Vida

O Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional do governo federal voltado para facilitar a aquisição da casa própria entre famílias de baixa e média renda.

Ele oferece taxas de juros reduzidas, subsídios e condições facilitadas de entrada. Por isso, costuma ser uma opção mais acessível para quem está comprando o primeiro imóvel. 

Sistema Financeiro de Habitação

O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é uma das principais modalidades de crédito imobiliário no país e atende imóveis que custam até R$ 2,25 milhões. 

Nesse sistema, é possível financiar até 80% do valor da propriedade. Por isso, o SFH é bastante usado por bancos tradicionais. 

Sistema Financeiro Imobiliário

O Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) é voltado para imóveis de maior valor e não possui as mesmas limitações do SFH.

Ou seja, não há limite para o valor do imóvel. Porém, não é possível usar o FGTS e a taxa é definida durante a negociação entre o comprador e o banco. Por ter essas características, o SFI é mais comum na compra de imóveis de alto padrão ou investimentos. 

Financiamento com a construtora

Nesse modelo, a própria construtora negocia o pagamento do imóvel sem a intermediação do banco. 

Ele costuma ter menos burocracia, aprovação mais rápida e condições negociáveis. É possível, inclusive, negociar o pagamento da entrada. 

Porém, as taxas podem ser mais altas. Isso significa que é importante comparar as opções antes de decidir. 

Continue a leitura: SFI e SFH: entenda as diferenças entre os sistemas de financiamento imobiliário

Como funcionam as parcelas de um financiamento?

As parcelas do crédito imobiliário são compostas por três elementos principais: amortização, juros e seguros.

A amortização é o valor que reduz a dívida. Os juros, por outro lado, representam o custo do empréstimo e os seguros são as proteções contra imprevistos, como morte, invalidez ou danos ao imóvel, por exemplo. 

Além disso, existem dois sistemas mais comuns de pagamento: a Tabela SAC e a Tabela Price. Entenda as diferenças entre elas:

CaracterísticaTabela SACTabela Price
Valor das parcelasDecrescente ao longo do tempoFixo
Início das parcelasMais altasMais baixas
IndicaçãoQuem pode pagar mais no inícioQuem precisa de previsibilidade

Portanto, quem busca economia tende a escolher o SAC. Já quem prioriza parcelas fixas pode optar pela Price.

Qual é a renda mínima exigida para conseguir crédito imobiliário?

Imagem de uma mulher com um suéter amarelo e um homem com uma camisa xadrez sentados em uma cama, sorrindo enquanto olham para um laptop, para ilustrar matéria sobre crédito imobiliário, melhores taxas e funcionamento. A mulher aponta para a tela.
Os bancos avaliam a capacidade de pagamento do comprador

Não existe um valor fixo de renda mínima para conseguir crédito imobiliário. O que os bancos realmente avaliam é a sua capacidade de pagamento, ou seja, quanto da sua renda pode ser comprometida com a parcela.

O mais comum é que a parcela do financiamento não ultrapasse cerca de 30% da renda mensal familiar.

Por exemplo:

  • Quem tem renda de R$ 3.000 costuma conseguir parcelas de até R$ 900;
  • Quem ganha R$ 6.000 pode assumir parcelas próximas de R$ 1.800.

No entanto, esse não é o único fator que os bancos levam em consideração. Também é importante analisar se o comprador tem outras dívidas ativas, o histórico de pagamento, estabilidade de renda e até o valor disponível para a entrada. 

Além disso, se houver a possibilidade de fazer a composição de renda, isso pode aumentar o valor aprovado. Afinal, duas ou mais pessoas estão somando ganhos para aumentar a capacidade do financiamento. 

Quanto maior for a sua capacidade financeira e menor o risco percebido pelo banco, maiores são as chances de conseguir taxas mais competitivas.

Saiba mais: Como comprar um apartamento ganhando um salário mínimo: estratégias para conquistar a casa própria

Quanto tempo demora para o crédito imobiliário ser aprovado?

O prazo para aprovação do crédito imobiliário varia, mas normalmente leva entre 5 e 45 dias úteis. 

Esse tempo depende de fatores como a pré-aprovação do crédito, a análise completa do perfil do comprador, a avaliação do imóvel, a formalização e a assinatura do contrato.

No entanto, o prazo pode aumentar se houver pendências na documentação, divergências nas informações ou até mesmo demora na análise do imóvel. 

O crédito imobiliário cobre apenas imóveis residenciais ou também comerciais?

Imagem de um homem sentado em uma escrivaninha em uma sala de estar coçando a cabeça enquanto olha para um papel para ilustrar matéria sobre o crédito imobiliário para empresas. Um laptop, um caderno, uma caneta e um copo d'água estão sobre a mesa; prateleiras e almofadas amarelas estão atrás dele.
Existem diferenças importantes entre o crédito imobiliário para imóveis residenciais e comerciais

O crédito imobiliário não se limita a imóveis residenciais. Ou seja, também é possível usar para comprar imóveis comerciais, a depender da linha contratada. 

Existem diferenças entre essas duas finalidades.

Para imóveis residenciais:

  • As condições costumam ser mais acessíveis;
  • Há maior oferta de linhas de crédito;
  • É possível usar programas habitacionais e FGTS.

Já no caso de imóveis comerciais:

  • As taxas podem ser mais altas;
  • Os prazos tendem a ser menores;
  • As exigências de análise costumam ser mais rigorosas.

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Conclusão

O crédito imobiliário é uma ferramenta poderosa para quem deseja comprar um imóvel, mas não tem todo o valor disponível de imediato. No entanto, entender como ele funciona, quais são as modalidades e o que influencia na aprovação faz toda a diferença.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, vale comparar opções, simular cenários e avaliar o que realmente cabe no seu planejamento.

Perguntas frequentes

O crédito imobiliário é oferecido por todos os bancos?

A maioria dos bancos oferece crédito imobiliário. No entanto, cada um segue taxas e critérios próprios para liberar o valor. 

Como comparar propostas de crédito imobiliário entre diferentes instituições?

Para comparar propostas de crédito imobiliário, é importante analisar o Custo Efetivo Total (CET), o tipo e o valor da taxa, o sistema de amortização, valor das parcelas ao longo do contrato e as condições de entrada e prazo. 

O que acontece se eu não conseguir pagar as parcelas do crédito imobiliário?

Se houver atraso no pagamento, o banco pode aplicar multas, juros e, em casos mais graves, iniciar o processo de retomada do imóvel.

Isso acontece porque o imóvel é dado como garantia na operação. No entanto, antes de chegar a esse ponto, muitas instituições oferecem alternativas para renegociar a dívida. 

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Dúvidas mais comuns

Crédito imobiliário é um tipo de empréstimo de longo prazo destinado à compra, construção ou reforma de imóveis. O banco libera um valor ao comprador, que o devolve em parcelas mensais com juros. O imóvel fica em alienação fiduciária como garantia da operação, o que permite taxas mais baixas comparadas a outros tipos de crédito.

O crédito imobiliário funciona através de um contrato entre o comprador e uma instituição financeira. O banco paga o imóvel à vista para o vendedor, enquanto o cliente assume o pagamento parcelado com juros. O processo envolve simulação de crédito, análise de perfil financeiro, aprovação, avaliação do imóvel, assinatura do contrato e liberação do valor. O banco avalia fatores como renda, histórico financeiro e capacidade de pagamento.

Crédito imobiliário é um conceito mais amplo que envolve todas as formas de obtenção de recursos para fins imobiliários, incluindo financiamento, consórcio e empréstimos com garantia. Financiamento imobiliário é uma modalidade específica dentro do crédito imobiliário, destinada exclusivamente à compra de um imóvel que fica alienado ao banco. Portanto, todo financiamento é um tipo de crédito imobiliário, mas nem todo crédito imobiliário é um financiamento.

Os principais tipos são: Programa Minha Casa, Minha Vida (voltado para famílias de baixa e média renda com taxas reduzidas); Sistema Financeiro de Habitação (SFH) para imóveis até R$ 2,25 milhões, financiando até 80% do valor; Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) para imóveis de maior valor sem limite, mas sem possibilidade de usar FGTS; e Financiamento com a construtora, que oferece menos burocracia mas pode ter taxas mais altas.

Não existe um valor fixo de renda mínima. Os bancos avaliam a capacidade de pagamento do comprador, sendo o mais comum que a parcela do financiamento não ultrapasse cerca de 30% da renda mensal familiar. Por exemplo, quem ganha R$ 3.000 pode conseguir parcelas de até R$ 900, enquanto quem ganha R$ 6.000 pode assumir parcelas próximas de R$ 1.800. Também são consideradas outras dívidas ativas, histórico de pagamento e estabilidade de renda.

Sim, ter o nome limpo é um dos principais critérios para aprovação do crédito imobiliário. Os bancos analisam o histórico financeiro para entender o comportamento de pagamento do cliente. Se houver restrições no CPF, como dívidas em aberto, as chances de aprovação diminuem. É possível regularizar dívidas antes da análise, melhorar o score de crédito ou incluir um co-participante na renda para aumentar as chances de aprovação.

O prazo para aprovação normalmente leva entre 5 e 45 dias úteis. Esse tempo depende de fatores como pré-aprovação do crédito, análise completa do perfil do comprador, avaliação do imóvel, formalização e assinatura do contrato. O prazo pode aumentar se houver pendências na documentação, divergências nas informações ou demora na análise do imóvel.

Se houver atraso no pagamento, o banco pode aplicar multas, juros e, em casos mais graves, iniciar o processo de retomada do imóvel, já que ele é dado como garantia na operação. No entanto, antes de chegar a esse ponto, muitas instituições oferecem alternativas para renegociar a dívida, permitindo que o cliente encontre soluções viáveis para sua situação financeira.


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