As cidades mais desenvolvidas do Brasil se destacam por oferecer melhores condições de vida para a população. Afinal, elas apresentam indicadores positivos em áreas como saúde, educação, emprego e renda.
Para identificar essas cidades, o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) avalia o desempenho dos municípios brasileiros com base em três pilares fundamentais: e emprego e renda, saúde e educação.
Continue a leitura deste artigo para saber quais são as cidades mais desenvolvidas do Brasil.
Navegue pelo conteúdo:
- Quais são as cidades mais desenvolvidas do Brasil?
- Top 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil
- 1. Águas de São Pedro (SP): a cidade mais desenvolvida do Brasil
- 2. São Caetano do Sul (SP)
- 3. Curitiba (PR)
- 4. Maringá (PR)
- 5. Americana (SP)
- 6. Toledo (PR)
- 7. Marechal Cândido Rondon (PR)
- 8. São José do Rio Preto (SP)
- 9. Francisco Beltrão (PR)
- 10. Indaiatuba (SP)
- Como o ranking das cidades mais desenvolvidas é calculado?
- O que é o IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal)?
- Quais critérios são avaliados no IFDM?
- O que significa uma cidade ter alto desenvolvimento?
- Por que São Paulo e Paraná dominam o ranking?
- Qual a diferença entre cidade desenvolvida e qualidade de vida?
- Quais regiões do Brasil têm os melhores indicadores?
- Vale a pena morar em uma das cidades mais desenvolvidas do Brasil?
- Encontre seu novo lar em uma das cidades mais desenvolvidas do Brasil
- Conclusão
Leia também: Conheça quais são as cidades planejadas no Brasil e suas características
Quais são as cidades mais desenvolvidas do Brasil?
As cidades mais desenvolvidas do Brasil são aquelas que apresentam os melhores resultados em indicadores como emprego e renda, saúde e educação, por exemplo.
De acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2025, que utiliza dados de 2023, Águas de São Pedro (SP) lidera o ranking nacional, seguida por São Caetano do Sul (SP) e Curitiba (PR).
Os resultados mostram avanços importantes na última década. Para se ter uma ideia, 99% municípios brasileiros registraram melhora em seus indicadores entre 2013 e 2023.
Apesar disso, apenas 4,6% das cidades alcançaram o patamar considerado de alto desenvolvimento.
Confira o ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil:
- Águas de São Pedro (SP) – 0,8932
- São Caetano do Sul (SP) – 0,8882
- Curitiba (PR) – 0,8855
- Maringá (PR) – 0,8814
- Americana (SP) – 0,8813
- Toledo (PR) – 0,8763
- Marechal Cândido Rondon (PR) – 0,8751
- São José do Rio Preto (SP) – 0,8750
- Francisco Beltrão (PR) – 0,8742
- Indaiatuba (SP) – 0,8723
Top 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil
O levantamento da Firjan mostra que as 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil compartilham características importantes, bons indicadores educacionais, sistemas de saúde eficientes, mercados de trabalho mais dinâmicos e economias diversificadas.
Embora estejam em estados diferentes, esses municípios apresentam desempenho nos três pilares avaliados pelo IFDM e figuram entre os melhores colocados do ranking há vários anos.
1. Águas de São Pedro (SP): a cidade mais desenvolvida do Brasil

Com IFDM de 0,8932, Águas de São Pedro lidera o ranking e se destaca como a cidade mais desenvolvida do Brasil, segundo pesquisa da Firjan.
Apesar de ser o menor município do estado de São Paulo e o segundo menor do Brasil em extensão territorial, Águas de São Pedro se destaca pela capacidade de oferecer serviços públicos eficientes e manter altos indicadores sociais.
O município é conhecido pelo turismo de bem-estar, impulsionado pelas águas termais, mas também chama atenção pela qualidade da assistência à saúde e pelos bons resultados educacionais.
Outro diferencial é a consistência ao longo do tempo. Segundo a Firjan, Águas de São Pedro já ocupou a liderança do IFDM em outras edições do estudo.
- IFDM: 0,8932
- População no último Censo: 2.780 habitantes
- Destaques: saúde, educação, turismo e qualidade dos serviços públicos
2. São Caetano do Sul (SP)

Com IFDM de 0,8882, São Caetano do Sul ocupa a segunda posição entre as cidades mais desenvolvidas do Brasil.
Localizada na Região Metropolitana de São Paulo, a cidade mantém uma trajetória consistente de destaque nos principais indicadores de desenvolvimento humano e socioeconômico do país.
O município é reconhecido pela elevada renda per capita, pela qualidade dos serviços públicos e pelos bons resultados nas áreas de saúde e educação.
Além disso, a proximidade com a capital paulista e a integração com o polo econômico do ABC Paulista contribuem para a oferta de empregos e para o dinamismo da economia local.
A cidade também se destaca pelos investimentos em infraestrutura urbana e pelos índices frequentemente associados à qualidade de vida.
- IFDM: 0,8882
- População no último Censo: 165.655 habitantes
- Destaques: alta renda per capita, qualidade dos serviços públicos, infraestrutura e proximidade com a capital paulista
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3. Curitiba (PR)

Além de ser a capital brasileira mais bem colocada no levantamento da Firjan, Curitiba ocupa a terceira posição no ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil com um IFDM de 0,8855.
Reconhecida internacionalmente pelo planejamento urbano inovador, Curitiba se destaca quando o assunto é mobilidade e organização do espaço urbano.
O município também reúne importantes polos econômicos ligados à indústria, tecnologia, serviços e inovação, o que contribui para a geração de empregos e para a diversificação da economia local.
Além disso, a capital paranaense costuma aparecer entre as cidades brasileiras com melhores indicadores de qualidade de vida.
Ou seja, para quem busca viver em uma grande cidade sem abrir mão de organização urbana e acesso a serviços, Curitiba continua sendo uma das opções mais atrativas do país.
- IFDM: 0,8855
- População no último Censo: 1.773.718 habitantes
- Destaques: planejamento urbano, mobilidade, inovação e qualidade de vida
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4. Maringá (PR)

Em seguida, Maringá aparece na quarta colocação do ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil, com IFDM de 0,8814.
Localizada no norte do Paraná, a cidade é frequentemente reconhecida pelo desenvolvimento econômico e qualidade de vida.
Além de ser uma das cidades mais arborizadas do país, Maringá possui uma economia impulsionada pelos setores de serviços, comércio, educação e agronegócio.
O município também apresenta indicadores positivos em saúde e educação, reflexo de investimentos contínuos em áreas fundamentais para o desenvolvimento humano. Além das oportunidades econômicas, Maringá oferece uma infraestrutura urbana bem planejada.
- IFDM: 0,8814
- População no último Censo: 409.657 habitantes
- Destaques: planejamento urbano, áreas verdes, economia diversificada e qualidade de vida
5. Americana (SP)

Com IFDM de 0,8813, Americana ocupa a quinta posição entre as 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil.
Situada na Região Metropolitana de Campinas, no interior paulista, a cidade é historicamente ligada à atividade industrial. Com o passar dos anos, Americana desenvolveu uma economia diversificada, que atualmente também engloba setores como comércio, serviços e tecnologia.
A localização próxima a importantes rodovias e centros econômicos do estado favorece a geração de empregos e a atração de investimentos. Além disso, os bons resultados em saúde e educação reforçam o desempenho do município no IFDM.
- IFDM: 0,8813
- População no último Censo: 237.240 habitantes
- Destaques: economia diversificada, localização estratégica, infraestrutura urbana e bons indicadores sociais
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6. Toledo (PR)

Localizada no oeste paranaense, Toledo aparece na sexta posição entre as cidades mais desenvolvidas do Brasil, com IFDM de 0,8763. Desse modo, a cidade se destaca pelo desempenho nos indicadores de Emprego & Renda, Saúde e Educação avaliados pela Firjan.
Conhecida pela força do agronegócio e da agroindústria, Toledo construiu uma economia diversificada que também se destaca nos setores de produção de alimentos, comércio e serviços.
O município também investe em educação e apresenta bons indicadores de cobertura dos serviços de saúde. Além do dinamismo econômico, a cidade oferece uma rotina mais tranquila quando comparada aos grandes centros urbanos.
- IFDM: 0,8763
- População no último Censo: 150.470 habitantes
- Destaques: agronegócio, serviços públicos e qualidade de vida
7. Marechal Cândido Rondon (PR)

Com IFDM de 0,8751, Marechal Cândido Rondon ocupa a sétima posição no ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil. O município, localizado no oeste do Paraná, demonstra que cidades de médio porte também conseguem alcançar elevados níveis de desenvolvimento.
A economia local é impulsionada principalmente pelo agronegócio, pela agroindústria e pelo comércio regional. Ao mesmo tempo, a cidade mantém indicadores positivos em educação e saúde.
- IFDM: 0,8751
- População no último Censo: 56.836 habitantes
- Destaques: agronegócio e qualidade dos serviços públicos
8. São José do Rio Preto (SP)

Dando continuidade, São José do Rio Preto ocupa a oitava colocação entre as 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil, com IFDM de 0,8750.
Situada no noroeste paulista, a cidade é um importante polo regional de saúde, comércio e prestação de serviços.
O município possui uma economia impulsionada pelos setores de saúde, educação, agronegócio e varejo. Além disso, se destaca pela infraestrutura e oferta de hospitais e instituições de ensino.
Para quem procura viver em uma cidade com porte intermediário, mas com acesso a serviços comparáveis aos de grandes centros urbanos, São José do Rio Preto chama atenção como uma alternativa bastante atrativa no interior paulista.
- IFDM: 0,8750
- População no último Censo: 480.393 habitantes
- Destaques: referência em saúde, economia e infraestrutura
9. Francisco Beltrão (PR)

Com IFDM de 0,8742, Francisco Beltrão aparece na nona posição do ranking e reforça a presença do Paraná entre os estados com os melhores indicadores de desenvolvimento do país.
Localizada na região sudoeste do estado, a cidade tem uma economia apoiada na agropecuária, indústria e comércio. Paralelamente, apresenta bons resultados em educação e saúde.
Por ter um custo de vida mais acessível e boas oportunidades econômicas, a cidade é uma opção interessante para quem busca qualidade de vida fora das capitais.
- IFDM: 0,8742
- População no último Censo: 96.666 habitantes
- Destaques: economia, qualidade dos serviços públicos e custo de vida
10. Indaiatuba (SP)

Fechando a lista das cidades mais desenvolvidas do Brasil, Indaiatuba alcançou IFDM de 0,8723.
Localizada na Região Metropolitana de Campinas, a cidade possui um dos parques industriais mais relevantes do interior paulista, além de se beneficiar da proximidade com Campinas e São Paulo.
Esse contexto contribui para a geração de empregos e para a diversificação da economia.
Ao mesmo tempo, Indaiatuba investe continuamente em infraestrutura, educação e saúde, fatores que ajudam a sustentar elevados padrões de qualidade de vida.
- IFDM: 0,8723
- População no último Censo: 255.748 habitantes
- Destaques: planejamento urbano, economia diversificada e alta qualidade de vida
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Como o ranking das cidades mais desenvolvidas é calculado?
O ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil é elaborado com base no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM).
Na edição de 2025, o levantamento analisou 5.550 cidades, que representam 99,96% da população do país, utilizando informações referentes ao ano de 2023.
O objetivo é entender o nível de desenvolvimento das cidades brasileiras e identificar quais regiões conseguem transformar crescimento econômico em melhores condições de vida para a população.
Diferentemente de rankings que consideram apenas renda ou Produto Interno Bruto (PIB), o IFDM avalia aspectos diretamente relacionados ao bem-estar dos moradores.
A pontuação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior é o nível de desenvolvimento do município. Essa metodologia facilita a comparação entre cidades de diferentes portes e regiões do Brasil.
Isso significa que municípios com economias menores também podem alcançar posições de destaque caso apresentem bons resultados nas áreas analisadas.
O que é o IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal)?
O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) é um estudo desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) para medir o nível de desenvolvimento socioeconômico dos municípios brasileiros.
Criado em 2008, o índice utiliza exclusivamente dados públicos e oficiais, permitindo acompanhar a evolução das cidades brasileiras ao longo dos anos.
Em 2025, a metodologia passou por uma revisão completa, com atualização da série histórica entre 2013 e 2023 para tornar os resultados ainda mais alinhados à realidade do país.
Além disso, o estudo também ajuda a identificar desafios, desigualdades regionais e oportunidades de melhoria na formulação de políticas públicas.
Quais critérios são avaliados no IFDM?
O IFDM considera três pilares para medir o desenvolvimento dos municípios brasileiros:
Emprego e renda
Avalia a capacidade da cidade de gerar oportunidades econômicas e promover inclusão produtiva.
Entre os fatores analisados estão a geração de empregos formais, a diversidade econômica, a participação do mercado de trabalho formal e a remuneração média dos trabalhadores.
Saúde
O indicador de saúde analisa o acesso da população aos serviços de atendimento e acompanha aspectos relacionados à prevenção e à qualidade da assistência oferecida.
Entre os critérios avaliados estão cobertura vacinal, disponibilidade de profissionais de saúde, internações por causas evitáveis, acompanhamento pré-natal e indicadores relacionados à saúde da população.
Educação
A dimensão educacional mede a capacidade do município de garantir acesso à educação e promover melhores condições de aprendizagem.
Os indicadores incluem a oferta de vagas em creches, a formação dos professores, as taxas de abandono escolar, a adequação idade-série e o desempenho educacional.
O que significa uma cidade ter alto desenvolvimento?
Uma cidade classificada com alto desenvolvimento é aquela que apresenta desempenho elevado nos três componentes avaliados pelo IFDM: Emprego & Renda, Saúde e Educação.
No índice da Firjan, municípios com pontuação entre 0,800 e 1,000 são considerados de alto desenvolvimento.
Isso significa que essas localidades conseguem oferecer melhores condições de vida à população. Confira a classificação utilizada pelo IFDM:
- Desenvolvimento crítico: de 0,000 a 0,399;
- Desenvolvimento baixo: de 0,400 a 0,599;
- Desenvolvimento moderado: de 0,600 a 0,799;
- Desenvolvimento alto: de 0,800 a 1,000.
Apesar dos avanços registrados na última década, apenas 4,6% dos municípios brasileiros alcançaram o patamar de alto desenvolvimento em 2023.
Por que São Paulo e Paraná dominam o ranking?
Um dos aspectos que mais chamam atenção no ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil é a forte presença de municípios paulistas e paranaenses. Das dez primeiras posições, cinco pertencem a São Paulo e quatro ao Paraná.
Esse resultado está relacionado a uma combinação de fatores históricos, econômicos e sociais. Ambos os estados apresentam economias diversificadas, maior concentração de empregos formais e alta oferta de serviços de saúde e educação.
Além disso, muitos municípios dessas regiões investiram continuamente em infraestrutura urbana e desenvolvimento do capital humano ao longo das últimas décadas. Isso contribui para a manutenção de indicadores mais elevados quando comparados a outras partes do país.
Outro ponto importante é que cidades desses estados costumam atuar como polos regionais de serviços, indústria e agronegócio, o que favorece a geração de renda e o acesso a oportunidades para a população.
Ainda assim, os resultados não significam que o desenvolvimento esteja restrito ao Sul e ao Sudeste. Diversos municípios de outras regiões também vêm registrando avanços importantes em seus indicadores.
Qual a diferença entre cidade desenvolvida e qualidade de vida?
Uma cidade desenvolvida é aquela que apresenta bons indicadores socioeconômicos, especialmente em áreas como emprego, renda, saúde e educação.
Já a qualidade de vida envolve uma percepção mais ampla sobre a experiência de morar em determinado local. Além dos indicadores econômicos e sociais, entram em cena fatores como:
- Segurança;
- Mobilidade urbana;
- Acesso ao lazer;
- Custo de vida;
- Oferta cultural;
- Áreas verdes;
- Sensação de bem-estar.
Por isso, na hora de escolher onde viver, vale considerar tanto os indicadores objetivos quanto as preferências e necessidades individuais.
Quais regiões do Brasil têm os melhores indicadores?
Os dados do IFDM mostram que os melhores indicadores de desenvolvimento continuam concentrados nas regiões Sul e Sudeste.
Estados como São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo apresentam elevada proporção da população vivendo em municípios classificados com desenvolvimento alto ou moderado.
Isso reflete fatores como maior dinamismo econômico, infraestrutura e melhores resultados em saúde e educação.
Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios. Segundo a Firjan, parte expressiva dos municípios dessas regiões permanece nas faixas de desenvolvimento baixo ou crítico.
Apesar disso, o cenário também mostra evolução. Entre 2013 e 2023, 99% dos municípios brasileiros registraram melhora no IFDM.
Esse movimento reforça que o desenvolvimento municipal é um processo contínuo e depende de investimentos em áreas estratégicas para a população.
Vale a pena morar em uma das cidades mais desenvolvidas do Brasil?
Para muitas pessoas, sim. Morar em uma das cidades mais desenvolvidas do Brasil significa viver em locais que, em geral, oferecem boa infraestrutura, melhores serviços públicos e mais oportunidades de emprego.
No entanto, a decisão deve ir além da posição no ranking. Aspectos como custo de vida, proximidade da família, estilo de vida desejado e oportunidades profissionais também precisam ser considerados.
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Conclusão
As cidades mais desenvolvidas do Brasil se destacam por oferecer melhores condições de vida para a população.
O ranking do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2025 mostra que municípios com bons resultados em emprego e renda, saúde e educação conseguem oferecer ambientes mais favoráveis para viver, trabalhar e construir uma trajetória de longo prazo.
Por isso, entender quais as cidades mais desenvolvidas do Brasil pode ajudar quem busca mais qualidade de vida, melhores oportunidades profissionais ou deseja planejar uma mudança com segurança.
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