O que fazer em Florianópolis: guia completo para explorar a Ilha da Magia

Florianópolis não deixa a desejar quando o assunto é lazer. Veja o que fazer pela cidade e aproveite atrações para diferentes estilos de passeios

Por Redação - 09/11/2023 às 23:17
Atualizado: 21/05/2026 às 22:36
Foto que ilustra matéria sobre o que fazer em Florianópolis mostra em detalhes um letreiro com a palavra “Floripa” escrita em letras coloridas à beira de uma das praias da cidade.
  • Florianópolis oferece experiências diversificadas distribuídas por regiões: Norte com infraestrutura turística, Leste com dunas e surfe, Sul com paisagens preservadas e Centro com história açoriana.
  • Roteiros de 3 a 7 dias permitem alternar praias, trilhas, gastronomia e patrimônio histórico sem deslocamentos excessivos, enquanto viagens de 1 dia concentram Centro, praia e gastronomia na mesma região.
  • Além das 40 praias, a cidade oferece trilhas como Lagoinha do Leste, Mercado Público tradicional, Lagoa da Conceição e restaurantes especializados em frutos do mar nas vilas açorianas.
Resumo supervisionado por jornalista.

Que tal passear pela Ilha da Magia? Independentemente do tipo de programação que você procura, sempre existe muito o que fazer em Florianópolis

Seja para aproveitar um fim de semana, planejar férias ou até imaginar como seria viver na cidade, a capital catarinense reúne atrações para diferentes estilos e ritmos de viagem. Aqui você encontra alguns dos passeios imperdíveis da cidade. Vamos lá?

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Leia também: Confira qual é o custo de vida em Florianópolis e como é morar na cidade

Resumo rápido: o que fazer em Florianópolis

Quem pesquisa o que fazer em Florianópolis normalmente encontra listas enormes de praias e atrações. Mas a verdade é que a Ilha da Magia funciona melhor quando o roteiro combina diferentes experiências. 

Em poucos dias, dá para alternar mar, trilhas, gastronomia e passeios históricos sem precisar atravessar a cidade inteira.

Para facilitar o planejamento, estes são alguns dos passeios que costumam entrar na programação de quem visita Floripa:

  • Centro Histórico, Mercado Público e Ponte Hercílio Luz: meio dia;
  • Praias do Norte da Ilha, como Jurerê e Canasvieiras: 1 dia;
  • Leste da ilha, com Joaquina, Mole e Lagoa da Conceição: 1 dia;
  • Trilhas e natureza, incluindo Lagoinha do Leste e Costa da Lagoa: 1 dia;
  • Gastronomia açoriana em Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha: meio dia ou noite;
  • Passeios com crianças, como Projeto Tamar e Lagoa do Peri: meio dia.

Ou seja, se você está a passeio, é possível conhecer os principais cartões-postais em dois ou três dias. Já uma viagem mais longa permite explorar praias menos movimentadas, vilas históricas e regiões que mostram o outro lado de Floripa.

Quantos dias são ideais para conhecer Florianópolis?

Imagem da Avenida Beira-Mar, em Florianópolis, mostra uma ampla calçada e ciclovia ladeada por palmeiras, ao lado de um mar calmo e arranha-céus modernos.
Avenida Beira-Mar, em Florianópolis

Essa resposta depende do ritmo da viagem e do que você pretende conhecer. Florianópolis é uma ilha extensa, com praias e atrações espalhadas entre Norte, Sul, Leste e região continental. 

Por isso, tentar encaixar tudo em um único roteiro costuma gerar deslocamentos longos e pouco tempo em cada lugar.

Para uma primeira visita, três dias costumam funcionar bem. Nesse período, dá para conhecer praias famosas, passear pelo Centro Histórico, experimentar a gastronomia e incluir algum mirante ou trilha leve.

Já quem pretende explorar a cidade com mais calma encontra uma experiência mais completa em cinco a sete dias. 

Esse tempo permite conhecer diferentes regiões da ilha, descobrir praias menos movimentadas e aproveitar passeios que vão além do litoral, especialmente para quem busca o que fazer em Florianópolis sem ser praia ou quer viajar com crianças.

O que fazer em Florianópolis em 1 dia?

Se o tempo for curto, o ideal é montar um roteiro que evite atravessar a ilha várias vezes. Uma boa estratégia é combinar Centro, praia e gastronomia no mesmo dia para equilibrar o tempo de deslocamento e a experiência.

Comece a manhã pelo Centro Histórico, onde ficam a Praça XV de Novembro, a Catedral Metropolitana, o Palácio Cruz e Sousa e o Mercado Público. 

Além de concentrar parte importante da história da cidade, a região permite conhecer a influência açoriana que ainda marca Florianópolis.

Na sequência, escolha uma praia de acordo com seu perfil. Joaquina e Mole agradam quem gosta de ondas e movimento. Já Jurerê e Canasvieiras costumam atrair visitantes em busca de infraestrutura e mar mais tranquilo.

Para fechar o dia, vale reservar a noite para Santo Antônio de Lisboa, Ribeirão da Ilha ou Lagoa da Conceição. Essas regiões oferecem boa gastronomia, vista para o mar e clima agradável para caminhar.

O que fazer em Florianópolis em 3 dias?

Um pequeno barco branco com redes de pesca está em uma praia de seixos perto de águas calmas em Ribeirão da Ilha, Florianópolis, com uma rede pendurada em uma árvore frondosa e terra distante visível do outro lado do lago.
Ribeirão da Ilha

Para quem procura o que fazer em Florianópolis em 3 dias, o segredo é dividir o roteiro por regiões da ilha. Assim, você aproveita melhor o tempo e evita passar mais tempo no trânsito do que nos passeios.

Dia 1 – Centro Histórico + região central + pôr do sol

Comece o roteiro pelo Centro Histórico. Caminhe pela Praça XV de Novembro, visite a Catedral Metropolitana, conheça o Palácio Cruz e Sousa e circule pelo Mercado Público, um dos pontos mais tradicionais da cidade.

Depois do almoço, siga para a Beira-Mar Norte e aproveite a vista da Baía Norte. Se houver tempo, o Parque da Luz rende boas fotos da Ponte Hercílio Luz.

No fim da tarde, vá até a Lagoa da Conceição ou ao Morro da Lagoa. O visual das dunas e da lagoa costuma entregar um dos pores do sol mais bonitos da ilha.

Dia 2 – Norte da Ilha

O segundo dia pode ser dedicado ao Norte da Ilha, região conhecida pela infraestrutura e pelas praias com mar mais tranquilo.

Jurerê tem faixa de areia extensa, boa estrutura e restaurantes próximos ao mar. Enquanto isso, Canasvieiras costuma agradar famílias e Ingleses tem trechos favoráveis ao surfe.

Se a viagem incluir o que fazer em Florianópolis com a família, esse é um dos melhores dias do roteiro. Afinal, as praias do Norte costumam ter acesso fácil, opções de alimentação e estrutura para passar várias horas.

Dia 3 – Leste ou Sul da Ilha

No último dia, escolha o Leste ou o Sul da Ilha.

Quem prefere natureza e esporte pode seguir para Joaquina, Mole e Barra da Lagoa, no Leste. As praias têm clima jovem, dunas e boas condições para surfe.

Já quem busca paisagens mais preservadas encontra um ritmo diferente no Sul da Ilha. Campeche, Armação, Matadeiro e Pântano do Sul, por exemplo, combinam paisagens preservadas, comunidades tradicionais e trechos de mar aberto.

À noite, encerre a viagem em Santo Antônio de Lisboa ou Ribeirão da Ilha, dois dos melhores lugares para experimentar frutos do mar e observar o movimento da orla.

O que fazer em Florianópolis em 7 dias?

Com uma semana na cidade, a experiência muda completamente. Em vez de correr atrás dos cartões-postais, você consegue explorar a ilha com mais calma e conhecer regiões que normalmente ficam fora dos roteiros rápidos.

O primeiro benefício é reduzir deslocamentos. Florianópolis tem praias e atrações espalhadas, então dividir a viagem por áreas costuma funcionar melhor do que atravessar a cidade todos os dias.

Outro ponto é que sete dias permitem combinar diferentes versões da cidade. Dá para alternar praia e cultura, incluir trilhas, experimentar restaurantes tradicionais e descobrir bairros que muitos visitantes acabam não conhecendo.

Por isso, quem dispõe desse tempo costuma voltar com uma impressão mais completa da capital catarinense, especialmente se a ideia é entender como seria morar por ali.

Roteiro de 1 semana em Florianópolis

Com sete dias disponíveis, uma boa estratégia é distribuir os passeios por região. Veja:

Dia 1 – Centro Histórico e região central

Comece pela história da cidade. Praça XV, Catedral Metropolitana, Mercado Público, Casa da Alfândega e Ponte Hercílio Luz formam um circuito acessível e ajudam a contextualizar Floripa além das praias.

Dia 2 – Norte da Ilha

Dedique o dia a Jurerê, Canasvieiras e Ingleses. Aproveite para almoçar na região e conhecer o contraste entre praias urbanizadas e áreas mais residenciais.

Dia 3 – Leste da Ilha

Joaquina, Mole e Lagoa da Conceição concentram parte da cena esportiva e turística da cidade. Vale reservar tempo para caminhar nas dunas e aproveitar cafés ou bares próximos da lagoa.

Dia 4 – Sul da Ilha

Campeche, Armação e Matadeiro mostram um lado mais preservado de Florianópolis. Se o mar estiver favorável, inclua um passeio de barco ou apenas aproveite o clima mais tranquilo da região.

Dia 5 – Trilhas e natureza

Esse é o momento ideal para Lagoinha do Leste, Costa da Lagoa ou Lagoa do Peri. O dia agrada especialmente quem procura o que fazer em Florianópolis hoje longe do circuito mais urbano.

Dia 6 – Gastronomia e vilas históricas

Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui e Ribeirão da Ilha merecem um dia próprio. Casarios antigos, restaurantes especializados em frutos do mar e vista para a baía criam um roteiro mais contemplativo.

Dia 7 – Passeio livre e despedida da ilha

Use o último dia para revisitar a praia favorita, fazer compras ou conhecer atrações que ficaram de fora. Para casais, esse costuma ser um bom momento para jantar à beira-mar e aproveitar o que fazer em Florianópolis em casal, principalmente nas regiões da Lagoa ou de Santo Antônio.

Quais são as praias imperdíveis de Florianópolis?

Falar sobre o que fazer em Florianópolis inevitavelmente passa pelas praias. Afinal, são mais de 40 faixas de areia espalhadas pela ilha. Para facilitar o planejamento, vale pensar em Floripa por regiões:

O Norte costuma concentrar praias com mais infraestrutura e serviços. O Leste mistura dunas, lagoas e ondas fortes. 

Já o Sul guarda paisagens preservadas e comunidades tradicionais de pescadores. A parte continental, por sua vez, oferece orlas urbanas e vistas privilegiadas da ilha.

Por isso, antes de escolher onde ficar ou montar o roteiro, vale entender o perfil de cada área.

Praias do Norte da Ilha

O Norte da Ilha costuma ser a região mais procurada por quem visita Florianópolis pela primeira vez. Além de ser fácil de acessar, as praias têm boa estrutura turística, hotéis, restaurantes e mar que costuma agradar famílias e viajantes que preferem conforto.

Jurerê e Jurerê Internacional

Jurerê talvez seja o nome mais conhecido de Floripa fora de Santa Catarina, mas o bairro reúne experiências diferentes. Para quem não conhece, vale a explicação: Jurerê Tradicional mantém um clima mais residencial e tranquilo. Além disso, o mar geralmente é calmo. 

Já Jurerê Internacional ficou conhecida pelos beach clubs, restaurantes sofisticados e imóveis de alto padrão. Apesar da fama ligada à vida noturna, a praia também funciona bem durante o dia.

Para quem busca o que fazer em Florianópolis a noite, a região segue como uma das mais movimentadas da cidade, principalmente durante o verão.

Canasvieiras

Canasvieiras tem mar tranquilo, comércio forte e estrutura completa para turistas. Não por acaso, é uma das praias mais populares da ilha.

A faixa de areia extensa e as águas normalmente mais calmas atraem famílias e grupos que procuram comodidade. Há quiosques, passeios de barco, comércio próximo e hospedagens que facilitam viagens mais longas.

Durante a alta temporada, o bairro fica bastante movimentado e concentra visitantes brasileiros e estrangeiros.

Ingleses

Ingleses tem dois perfis diferentes. Isso acontece porque, no trecho norte, as ondas costumam atrair surfistas e praticantes de esportes aquáticos. Já a parte sul tende a ter mar mais tranquilo e ambiente familiar. 

Outro diferencial é a infraestrutura. O bairro tem boa estrutura de comércio, restaurantes, supermercados e serviços que mantêm movimento durante o ano inteiro, sem depender exclusivamente do verão.

Praia Brava

Entre as praias do Norte, a Praia Brava tem perfil diferente. O mar mais agitado e as ondas fortes fazem dela um ponto tradicional do surfe em Florianópolis. Ao mesmo tempo, o bairro ganhou restaurantes, condomínios e beach clubs nos últimos anos.

Praias do Leste da Ilha

O Leste da Ilha reúne algumas das paisagens mais conhecidas de Florianópolis. É a região das dunas, das lagoas e das praias ligadas ao surfe, com clima jovem e cenários que aparecem com frequência nos cartões-postais da cidade.

Quem gosta de esportes ao ar livre ou procura praias com visual mais natural costuma encontrar aqui parte importante do roteiro.

Praia da Joaquina

A Praia da Joaquina é uma das mais tradicionais de Florianópolis e carrega forte ligação com o surfe.

As ondas costumam atrair atletas e campeonatos ao longo do ano, mas o local vai além do esporte. A estrutura de restaurantes, estacionamento e comércio facilita a visita, enquanto as dunas próximas transformam a região em um dos pontos mais procurados para sandboard.

Praia Mole

Ao lado da Joaquina, a Praia Mole tem ambiente jovem, mar aberto e ondas fortes que atraem surfistas, grupos de amigos e visitantes que gostam de praias movimentadas. A areia estreita cercada por morros cria um cenário bastante característico do litoral catarinense.

Além da praia, a região concentra bares e restaurantes que mantêm movimento intenso durante a temporada.

Barra da Lagoa

O mar da Barra da Lagoa costuma ser mais tranquilo em alguns trechos, o que ajuda a atrair famílias e visitantes em busca de um banho de mar mais sossegado. O canal da Barra, as embarcações de pesca e a proximidade com trilhas e piscinas naturais completam o passeio.

A região também funciona bem para quem procura o que fazer em Florianópolis com crianças, principalmente por combinar praia, restaurantes e passeios em distâncias curtas.

Praias do Sul da Ilha

Imagem da vista da Praia do Campeche, em Florianópolis, mostra faixa de areia, mar e vegetação ao fundo para ilustrar matéria sobre o que fazer em Florianópolis com a família
Praia do Campeche

O Sul da Ilha guarda algumas das paisagens mais preservadas de Florianópolis. Diferente do Norte, onde predominam infraestrutura e movimento, essa região costuma atrair quem prefere natureza e áreas menos urbanizadas.

É também uma das melhores áreas para quem gosta de trilhas, mar aberto e cenários que ainda mantêm forte ligação com a cultura pesqueira da ilha.

Praia do Campeche

O Campeche proporciona mar aberto, faixa de areia extensa e visual que mistura dunas, vegetação nativa e ondas fortes.

A praia costuma agradar surfistas e quem procura um ambiente menos urbano do que o Norte da Ilha. Além disso, o bairro cresceu bastante nos últimos anos e passou a concentrar cafés, restaurantes e serviços, sem perder o perfil ligado à natureza.

Em frente ao litoral fica a Ilha do Campeche, conhecida pelas águas claras e pelos sítios arqueológicos protegidos pelo Iphan. O acesso depende das condições do mar e da operação das embarcações autorizadas, então vale conferir a operação antes de incluir o passeio no roteiro.

Praia da Armação

A Praia da Armação preserva parte importante da história pesqueira de Florianópolis.

Além disso, o bairro tem clima tranquilo, barcos coloridos na areia e restaurantes voltados para frutos do mar. Por causa do ambiente mais sossegado, muita gente escolhe a região para desacelerar e conhecer uma Florianópolis menos turística.

Praia do Matadeiro

Logo ao lado da Armação, a Praia do Matadeiro aparece entre os cenários mais bonitos da ilha.

O acesso acontece por uma curta caminhada sobre a ponte que cruza o rio que separa a Armação do Matadeiro. Cercada por morros e vegetação preservada, a praia mantém um visual mais selvagem.

Pântano do Sul

A região abriga uma das comunidades pesqueiras mais antigas de Florianópolis e serve como ponto de partida para trilhas e passeios de barco. 

O mar costuma ser mais calmo em alguns trechos, enquanto os restaurantes especializados em peixe fresco ajudam a transformar o passeio em experiência gastronômica.

Praias da região continental

Embora muita gente associe Florianópolis apenas à ilha, a região continental também reserva bons passeios e vistas diferentes da cidade.

As praias dessa área não costumam entrar nos roteiros tradicionais de banho de mar, mas funcionam muito bem para caminhadas, gastronomia e contemplação da paisagem urbana.

Praia de Itaguaçu

Localizada próxima ao bairro Coqueiros, Itaguaçu é conhecida pela vista para a ilha e pelas formações rochosas ligadas ao folclore local.

O fim da tarde costuma ser o melhor momento para visitar a praia, quando a luz destaca o contraste entre o mar, os morros e a silhueta urbana de Florianópolis. A região também concentra bares e restaurantes bastante frequentados pelos moradores.

Praia das Palmeiras e orla de Coqueiros

A orla continental funciona quase como um grande corredor gastronômico da cidade.

Praia das Palmeiras, Coqueiros e região próxima ao Parque de Coqueiros oferecem ciclovia, calçadão e vista aberta para a Baía Norte. O mar não costuma ser o principal atrativo, mas o passeio rende caminhadas agradáveis e bons restaurantes especializados em frutos do mar.

Para quem busca o que fazer em Florianópolis no inverno, essa região costuma funcionar muito bem, já que permite aproveitar a cidade mesmo fora da temporada de praia.

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O que fazer além das praias em Florianópolis?

As praias ajudam a explicar a fama da cidade, mas Floripa vai muito além do litoral. Quem reserva tempo para explorar outros lados da capital encontra centros históricos, trilhas, vilas açorianas, museus e experiências gastronômicas que mostram uma cidade bem mais diversa.

Essa variedade também ajuda a responder uma dúvida comum de quem organiza viagem para Santa Catarina: existe o que fazer em Florianópolis sem ser praia? A resposta é sim, e com várias opções! 

Por isso, mesmo em dias frios ou de chuva, Florianópolis continua oferecendo roteiros interessantes.

Conhecer o Centro Histórico de Florianópolis

Vista aérea de uma rua movimentada da cidade, ladeada por palmeiras e tráfego, com um grande edifício histórico amarelo em frente a prédios modernos sob um céu nublado para ilustrar matéria sobre o que fazer em Florianópolis sem ser praia.
Centro Histórico de Florianópolis

Quem visita a cidade pela primeira vez costuma concentrar o roteiro nas praias. Mas reservar algumas horas para o Centro Histórico ajuda a entender por que Florianópolis tem uma identidade tão diferente de outros destinos do litoral brasileiro.

A região preserva construções dos séculos XVIII e XIX, ruas movimentadas e espaços que contam a formação da antiga Vila de Nossa Senhora do Desterro, marcada pela influência açoriana e pela relação permanente com o mar.

O passeio pode começar pela Praça XV de Novembro, um dos pontos mais simbólicos da cidade. Além da famosa figueira centenária, o entorno reúne edifícios históricos, cafés e parte importante da vida cotidiana do Centro.

Ali perto ficam a Catedral Metropolitana, o Palácio Cruz e Sousa, atual Museu Histórico de Santa Catarina, e a Casa da Alfândega, que preserva a tradição do artesanato catarinense. 

Caminhar pela região é uma forma simples de perceber que Floripa vai muito além do turismo de verão.

À noite, vale estender o passeio até a região da Ponte Hercílio Luz. Iluminada, ela transforma a paisagem da Baía Norte e segue como um dos cartões-postais mais marcantes da capital.

Mercado Público de Florianópolis

Imagem da fachada externa do Mercado Público de Florianópolis
Mercado Público de Florianópolis

Poucos lugares representam tão bem o cotidiano da cidade quanto o Mercado Público de Florianópolis.

Localizado no Centro, o espaço existe desde o século XIX e segue como um dos pontos mais tradicionais da cidade.

Quem passa por ali encontra pratos como pastel de berbigão, camarão, ostras e frutos do mar preparados de diferentes formas.

Para quem procura o que fazer em Florianópolis hoje, especialmente em dias sem praia, esse costuma ser um dos passeios mais fáceis de incluir no roteiro.

Trilhas e natureza em Florianópolis

Imagem de um grande barco branco atracado em um píer de madeira em um lago calmo na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, com um pequeno barco a remo na margem gramada, para ilustrar matéria sobre o que fazer em Florianópolis em casal
Lagoa da Conceição

As praias são apenas uma parte da paisagem da ilha. Florianópolis também concentra áreas de Mata Atlântica, dunas, lagoas e trilhas que revelam um lado menos urbano da cidade.

Boa parte desses caminhos leva a praias isoladas, mirantes naturais e regiões que preservam ecossistemas importantes. Por isso, quem gosta de caminhada e contato com a natureza costuma encontrar aqui uma das experiências mais marcantes da viagem.

Trilha da Lagoinha do Leste

Entre os passeios ligados à natureza, poucos aparecem tanto nos roteiros de Floripa quanto na Lagoinha do Leste.

Localizada no Sul da Ilha, a praia mantém um dos cenários mais preservados da capital. O acesso acontece apenas por trilha ou barco, característica que ajuda a conservar o visual cercado por Mata Atlântica, morros e mar aberto.

Existem dois caminhos principais. O mais conhecido parte do Pântano do Sul e costuma ser mais longo e exigente. Já o acesso pela região da Armação e da Praia do Matadeiro costuma ser mais curto, embora tenha trechos mais íngremes.

O esforço da caminhada costuma valer a pena. A praia tem faixa de areia extensa, lagoa natural e clima de isolamento difícil de encontrar em outras regiões da cidade. 

Para quem gosta de fotografia, trekking ou procura experiências mais ligadas à natureza, a Lagoinha frequentemente aparece entre os pontos altos da viagem.

Vale apenas lembrar que a trilha exige preparo básico, calçado adequado e atenção às condições climáticas.

Trilha da Costa da Lagoa

Se a Lagoinha representa o lado mais aventureiro da ilha, a Costa da Lagoa segue outro caminho.

O passeio é ideal para quem quer caminhar sem enfrentar trilhas longas ou muito técnicas. O trajeto acompanha a margem da Lagoa da Conceição e atravessa pequenas comunidades acessíveis apenas por trilha ou barco.

Outro diferencial é a flexibilidade do passeio. Dá para fazer apenas parte da caminhada e retornar de barco, ou combinar os dois trajetos desde o início.

O que fazer em Florianópolis com crianças?

Quem viaja em família encontra uma cidade bem mais versátil do que muita gente imagina. Além das praias, existem parques, passeios educativos e áreas ao ar livre que funcionam bem para diferentes idades.

Por isso, quando surge a dúvida sobre o que fazer em Florianópolis com crianças, a resposta passa por praias, natureza e atividades de fácil acesso.

O primeiro ponto costuma ser escolher praias com infraestrutura e águas mais tranquilas, como Jurerê, Canasvieiras e trechos da Barra da Lagoa.

Outra parada que costuma agradar é o Projeto Tamar, na Barra da Lagoa. O espaço reúne tanques com tartarugas marinhas, atividades educativas e contato com temas ligados à conservação ambiental.

A Lagoa do Peri também merece espaço no roteiro. Como a água é doce e o parque tem áreas verdes e trilhas leves, muitas famílias aproveitam o local para passar parte do dia longe do movimento das praias mais famosas.

Em dias de programação mais urbana, o Mercado Público, o Parque de Coqueiros e shoppings com cinema e áreas infantis ajudam a diversificar a agenda.

Saiba mais: O que fazer com crianças em Florianópolis: 15 dicas de passeios para os pequenos na Ilha da Magia

Onde comer em Florianópolis?

Florianópolis também se destaca pela gastronomia. Aliás, a cidade é marcada pela influência açoriana e pelos frutos do mar. Para facilitar o roteiro, selecionamos alguns dos restaurantes mais bem avaliados da cidade:

  • Ostradamus Restaurante (Ribeirão da Ilha): referência em ostras cultivadas na própria região, além de frutos do mar e pratos com camarão e peixe;
  • Nacanoa (Ribeirão da Ilha): cozinha do mar com foco em ostras, peixes e pratos autorais com vista para a baía;
  • Trapiche das Ostras (Ribeirão da Ilha): ambiente voltado para ostras frescas e petiscos;
  • Lisboa 48 (Santo Antônio de Lisboa): menu contemporâneo com frutos do mar e ambiente à beira-mar;
  • La Mar (Santo Antônio de Lisboa): cozinha mediterrânea e frutos do mar com vista para o pôr do sol;
  • Restaurante Chão Batido (Santo Antônio de Lisboa): pratos de peixe, camarão e culinária açoriana;
  • Artusi Restaurante (Centro): massas frescas e risotos;
  • La Cave Gastronomia e Vinhos (Centro): restaurante e wine bar com carnes e cozinha contemporânea;
  • Boka’s Lagoa Restaurante (Lagoa da Conceição): frutos do mar e sequência de camarão;
  • O Timoneiro (Barra da Lagoa): restaurante tradicional especializado em peixes e frutos do mar frescos.

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Conclusão

Florianópolis vai muito além da fama de destino de verão. Afinal, a cidade oferece experiências diferentes para quem visita por poucos dias ou pretende conhecê-la com mais calma.

Por isso, montar um bom roteiro passa menos por tentar ver tudo e mais por entender o perfil de cada região da ilha. Enquanto o Norte concentra infraestrutura e movimento, o Sul preserva paisagens naturais e comunidades tradicionais. Já o Leste mistura esporte, lagoas e vida ao ar livre, enquanto o Centro revela parte importante da história local.

Agora que você já sabe o que fazer em Florianópolis, ficou mais fácil escolher por onde começar e descobrir qual lado da Ilha da Magia combina mais com o seu jeito de viajar.

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Dúvidas mais comuns

Os cartões-postais imprescindíveis de Florianópolis incluem o Centro Histórico com a Praça XV de Novembro e a Catedral Metropolitana, as praias do Norte como Jurerê e Canasvieiras, as praias do Leste com Joaquina e Mole, e a Ponte Hercílio Luz iluminada à noite. Além disso, o Mercado Público representa bem o cotidiano da cidade, enquanto a Lagoinha do Leste oferece um dos cenários mais preservados da ilha. Para uma experiência completa, reserve tempo também para as vilas açorianas de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha, conhecidas pela gastronomia de frutos do mar.

Florianópolis oferece muito além de praias. Você pode explorar o Centro Histórico com suas construções dos séculos XVIII e XIX, visitar o Mercado Público para experimentar pratos tradicionais como pastel de berbigão e frutos do mar, fazer trilhas como a da Lagoinha do Leste e Costa da Lagoa, conhecer o Projeto Tamar na Barra da Lagoa, e visitar a Lagoa do Peri. As vilas açorianas de Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha também merecem um dia próprio para gastronomia e contemplação. Em dias frios ou chuvosos, o Mercado Público, parques e shoppings com cinema oferecem boas alternativas.

Em dois dias, o ideal é dividir o roteiro por regiões para evitar deslocamentos longos. No primeiro dia, comece pelo Centro Histórico (Praça XV, Catedral, Mercado Público) e termine com um pôr do sol na Lagoa da Conceição ou Morro da Lagoa. No segundo dia, escolha entre explorar o Norte da Ilha com Jurerê e Canasvieiras, ou o Leste com Joaquina, Mole e Barra da Lagoa. Termine a noite em Santo Antônio de Lisboa ou Ribeirão da Ilha para experimentar a gastronomia açoriana. Esse roteiro permite conhecer os principais pontos sem pressa excessiva.

Com quatro dias, você consegue explorar mais regiões com calma. Dedique o primeiro dia ao Centro Histórico e região central. No segundo dia, explore o Norte da Ilha (Jurerê, Canasvieiras, Ingleses). O terceiro dia pode ser dedicado ao Leste (Joaquina, Mole, Lagoa da Conceição) ou ao Sul (Campeche, Armação, Matadeiro). Reserve o quarto dia para trilhas e natureza, como a Lagoinha do Leste ou Costa da Lagoa, ou para revisitar sua praia favorita. Essa distribuição permite conhecer diferentes perfis da ilha e incluir experiências além do litoral.

Para uma primeira visita, três dias costumam funcionar bem, permitindo conhecer praias famosas, o Centro Histórico, experimentar a gastronomia e incluir um mirante ou trilha leve. Já quem pretende explorar a cidade com mais calma encontra uma experiência mais completa em cinco a sete dias. Esse tempo permite conhecer diferentes regiões da ilha, descobrir praias menos movimentadas e aproveitar passeios que vão além do litoral. A resposta depende do ritmo da viagem e do que você pretende conhecer, considerando que Florianópolis é uma ilha extensa com atrações espalhadas entre Norte, Sul, Leste e região continental.

O Norte concentra praias com mais infraestrutura como Jurerê, Canasvieiras e Ingleses, ideais para famílias. O Leste reúne paisagens conhecidas com dunas e lagoas, como Joaquina, Mole e Barra da Lagoa, com clima jovem e boas condições para surfe. O Sul guarda paisagens preservadas com Campeche, Armação, Matadeiro e Pântano do Sul, combinando natureza e comunidades tradicionais de pescadores. A região continental oferece orlas urbanas como Itaguaçu e Coqueiros, ideais para caminhadas e gastronomia. Cada região tem um perfil diferente, então escolha de acordo com seu estilo de viagem.

Florianópolis oferece várias opções para famílias. Escolha praias com infraestrutura e águas tranquilas como Jurerê, Canasvieiras e trechos da Barra da Lagoa. O Projeto Tamar na Barra da Lagoa reúne tanques com tartarugas marinhas e atividades educativas sobre conservação ambiental. A Lagoa do Peri é ideal para passar o dia com áreas verdes, trilhas leves e água doce. Em dias urbanos, o Mercado Público, Parque de Coqueiros e shoppings com cinema oferecem boas alternativas. Esses passeios combinam diversão, educação e fácil acesso para diferentes idades.

Florianópolis se destaca pela gastronomia açoriana e frutos do mar. Em Ribeirão da Ilha, visite Ostradamus (referência em ostras), Nacanoa (cozinha do mar com vista para a baía) e Trapiche das Ostras. Em Santo Antônio de Lisboa, experimente Lisboa 48, La Mar (com vista para o pôr do sol) e Chão Batido (culinária açoriana). No Centro, Artusi oferece massas frescas e La Cave Gastronomia e Vinhos é um wine bar com carnes. Na Lagoa da Conceição, Boka's Lagoa Restaurante serve frutos do mar, e na Barra da Lagoa, O Timoneiro é tradicional em peixes frescos. Essas regiões também oferecem ambiente à beira-mar para uma experiência completa.


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