Quanto custa um apartamento? Confira todos os custos envolvidos

Além do valor de compra, é importante considerar outros fatores que envolvem a manutenção da casa própria. Veja como se planejar!

Por Redação - 25/01/2024 às 10:43
Atualizado: 12/09/2024 às 15:55
Imagem de uma mulher jovem e sorridente abrindo as cortinas de um apartamento e olhando para o horizonte para ilustrar matéria sobre quanto custa um apartamento
  • A compra de um apartamento envolve custos fixos e variáveis além do preço do imóvel, incluindo entrada, condomínio, IPTU, reformas e despesas operacionais mensais.
  • Instituições financeiras no Brasil concedem financiamento de até 80% do valor do imóvel, exigindo entrada de 20% à vista, além de taxas de documentação, escritura e tributos.
  • Planejamento financeiro prévio é essencial para evitar comprometer mais de 30% da renda mensal com a parcela do financiamento e manter sustentabilidade orçamentária após a aquisição.
Resumo supervisionado por jornalista.

Adquirir a casa própria faz parte dos sonhos de muitas pessoas. No entanto, antes de tomar a decisão de comprar um imóvel, é importante saber quanto custa um apartamento no Brasil para evitar surpresas e desgastes financeiros.

Afinal, além do custo com a aquisição do imóvel em si, que pode variar de acordo com a localização, tamanho e outras questões do mercado imobiliário, por exemplo, é importante considerar os custos que envolvem a manutenção do imóvel. 

Então, quer saber quanto custa um apartamento e quais são os principais fatores que influenciam o valor final? É só continuar a leitura deste artigo para saber o que considerar na hora de comprar uma propriedade residencial para chamar de sua!

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Leia também: Aprenda o que é taxa de financiamento imobiliário e saiba como fazer o melhor negócio na compra da casa própria

As melhores taxas do mercado para financiar seu imóvel
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Quanto custa um apartamento?

Em primeiro lugar, as condições que definem o valor de compra e venda no mercado imobiliário brasileiro não são fixas. Isso significa que, de modo geral, os custos com a aquisição de um imóvel variam de cidade para cidade.

Entretanto, apesar de não existir uma métrica que funcione para todas as regiões do país, é possível elencar os custos relacionados com a compra e manutenção da propriedade.

Assim, fica mais fácil se planejar e evitar que um financiamento imobiliário impacte a renda mensal. 

1. Valor do imóvel

Se você está se perguntando quanto custa um apartamento, fique sabendo que, em primeiro lugar, o custo mais importante a ser analisado é o valor de venda do imóvel

Afinal, a parcela do financiamento será uma despesa fixa por algum tempo, então é fundamental que ela não ultrapasse 30% da sua renda mensal. 

Nesse sentido, fatores como localização, tamanho e opções de lazer disponíveis no condomínio serão determinantes no preço. 

2. Valor de entrada

No Brasil, são raras as opções para quem precisa financiar 100% do imóvel. No geral, as instituições financeiras concedem uma linha de crédito de até 80% do valor da propriedade. 

Isso significa que os 20% restantes devem ser pagos à vista. 

3. Custos com a aquisição da propriedade

Em seguida, também é importante considerar os gastos com o processo de aquisição da casa própria. 

Além das taxas de financiamento imobiliário, que vão variar entre as instituições financeiras, você também precisará ter uma quantia disponível para arcar com toda a documentação, como a escritura, por exemplo, o ITBI, juros e outros tributos. 

Leia também: Descubra a renda mínima para financiar um imóvel com segurança

4. Condomínio

O valor do condomínio também será uma despesa fixa no seu orçamento. Esse custo vai variar de acordo com as características do prédio, como localização, infraestrutura e serviços oferecidos. 

Nesse sentido, condomínios mais simples tendem a ser mais em conta, enquanto aqueles com mais opções de lazer tendem a ter um custo maior. Além disso, o condomínio é cobrado mensalmente e inclui despesas como limpeza, segurança e manutenção de áreas comuns, por exemplo.

Por isso, antes de assinar um contrato de compra e venda, avalie se o valor do condomínio não irá transformar o sonho da casa própria em uma dor de cabeça.

5. IPTU

O Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) será outro gasto fixo. Esse imposto municipal deve ser pago anualmente para que o imóvel esteja sempre regularizado e também não pode faltar no seu planejamento!

Dessa forma, lembre-se que o valor do IPTU varia de acordo com a localização, tamanho e valor venal do imóvel. Por isso, inclua essa despeja no planejamento antes de tomar uma decisão!

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6. Reformas e manutenções

É importante reservar um valor para eventuais reformas e manutenções no apartamento. Você pode desejar fazer algumas melhorias antes de entrar na propriedade ou precisar investir em reparos emergenciais. 

Seja qual for o caso, tenha um valor disponível para esses cenários!

Saiba mais: Como economizar na reforma da casa: 13 dicas práticas para poupar na execução da obra

7. Outras despesas

Algumas contas específicas também serão de responsabilidade do proprietário. Por isso, não se esqueça de incluir as contas de água, luz, gás e internet no seu planejamento. Esses valores mensais são muito importantes para garantir qualidade de vida! 

Como se preparar para adquirir um apartamento?

Verdade seja dita: apenas saber quanto custa um apartamento não é o suficiente. Você precisa se planejar financeiramente para todos os custos relacionados à aquisição do imóvel. Assim, será possível fazer uma transição tranquila e garantir uma vida plena e feliz. 

Desse modo, você deve se atentar às seguintes etapas:

  • Faça uma análise da sua situação financeira atual: avalie sua renda, gastos e objetivos financeiros;
  • Defina um orçamento para a aquisição do imóvel: considere todos os custos envolvidos e veja quanto você pode gastar;
  • Comece a poupar: é recomendável que você tenha pelo menos 20% do valor do apartamento para dar de entrada, por isso, faça uma boa reserva;
  • Pesquise: compare os preços de diferentes imóveis para encontrar o melhor negócio;
  • Negocie o preço do apartamento com o vendedor: não tenha medo de negociar;
  • Se for reformar, planeje com antecedência: faça um orçamento para as reformas e manutenções, caso seja necessário. 

Seguindo essas dicas, ficará muito mais fácil se preparar para comprar um apartamento e manter todos os custos envolvidos sem sufoco no final do mês!

Como conseguir um financiamento?

Agora que você já sabe quanto custa um apartamento, chegou a hora de entender como conseguir um financiamento imobiliário

Em primeiro lugar, tenha um bom nome na praça. Ou seja, é fundamental que você tenha um bom score para ter as melhores chances de ter seu nome aprovado para um financiamento imobiliário. 

Ter um relacionamento prévio com o banco também pode te ajudar. Especialmente porque os juros são individualizados e as condições do empréstimo variam de pessoa para pessoa. 

Se a sua renda não for suficiente, lembre-se que a maioria dos bancos aceita a participação de parentes na composição da renda familiar. Assim, fica mais fácil ter o financiamento aprovado.

Consiga as melhores condições de crédito imobiliário

Outro fator que vai fazer toda a diferença para ter seu financiamento imobiliário é ter ajuda especializada do início ao fim. 

No QuintoAndar, você consegue saber de cara todas as estimativas dos custos da compra do seu novo lar, sem informações escondidas. Com ajuda de consultores, são feitas simulações e inclusive negociações de financiamento nos maiores bancos do mercado para garantir que você encontrará as melhores taxas. 

Além disso, a plataforma de moradia negocia diretamente com as principais instituições financeiras do mercado para você. Isso garante as menores taxas possíveis para o seu financiamento e mais agilidade no processo de liberação do crédito!

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Dúvidas mais comuns

O custo de um apartamento no Brasil varia significativamente de cidade para cidade, dependendo de fatores como localização, tamanho, infraestrutura e serviços oferecidos. Não existe um valor fixo, pois as condições do mercado imobiliário são dinâmicas. O importante é analisar o valor de venda do imóvel e garantir que a parcela do financiamento não ultrapasse 30% da sua renda mensal.

No Brasil, as instituições financeiras geralmente concedem uma linha de crédito de até 80% do valor da propriedade, o que significa que você precisa ter pelo menos 20% do valor do apartamento para dar de entrada. Por exemplo, para um apartamento de 150 mil reais, a entrada seria de 30 mil reais. É recomendável começar a poupar esse valor com antecedência.

Além do valor do imóvel e da entrada, existem diversos custos a considerar: taxas de financiamento imobiliário, documentação (escritura, ITBI), condomínio (mensal), IPTU (anual), reformas e manutenções, além de despesas mensais como água, luz, gás e internet. É fundamental incluir todos esses gastos no planejamento financeiro para evitar surpresas.

A renda necessária depende do valor do imóvel que você deseja comprar. A regra geral é que a parcela do financiamento não deve ultrapassar 30% do seu salário bruto. Além disso, você deve ter um bom score de crédito e nome limpo. Se sua renda individual não for suficiente, a maioria dos bancos aceita a participação de parentes na composição da renda familiar.

O condomínio é uma despesa fixa mensal que varia de acordo com as características do prédio, como localização, infraestrutura e serviços oferecidos. Ele inclui despesas como limpeza, segurança e manutenção de áreas comuns. Condomínios mais simples tendem a ser mais em conta, enquanto aqueles com mais opções de lazer têm um custo maior.

Para se preparar adequadamente, você deve: analisar sua situação financeira atual (renda, gastos e objetivos); definir um orçamento considerando todos os custos envolvidos; começar a poupar pelo menos 20% do valor do apartamento para a entrada; pesquisar e comparar preços de diferentes imóveis; negociar o preço com o vendedor; e planejar reformas com antecedência se necessário.

O score de crédito é fundamental para obter aprovação no financiamento imobiliário e conseguir as melhores taxas de juros. Um bom score demonstra que você é um pagador confiável. Além disso, ter um relacionamento prévio com o banco também pode ajudar, pois as condições do empréstimo e os juros são individualizados de acordo com o perfil de cada cliente.

Os custos fixos mensais incluem a parcela do financiamento imobiliário, condomínio, e despesas como água, luz, gás e internet. Além disso, há custos anuais como o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). É importante reservar também um valor para eventuais reformas e manutenções emergenciais no apartamento.


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